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    Erro medico em cirurgia plastica

    erro medico em cirurgia plastica

    O que diz a lei sobre a responsabilidade do médico cirurgião plástico?

    É vedado ao médico: Art. 1° Causar dano ao paciente, por ação ou omissão, caracterizável como imperícia, imprudência ou negligência. Art. 3° Deixar de assumir responsabilidade sobre procedimento médico que indicou ou do qual participou, mesmo quando vários médicos tenham assistido o paciente.

    Quando posso processar um cirurgião plástico?

    Erro médico em cirurgia plástica: descubra seus direitos com o advogado especialista em erro médico

    O Brasil é o segundo país com maior número de cirurgias plásticas realizadas todo ano. São contabilizados anualmente cerca de 1,3 milhões de procedimentos estéticos.

    E, infelizmente, há muitos casos em que ocorrem erros médicos que comprometem não só a autoestima como a vida dos pacientes.

    O erro de procedimento em cirurgia plástica pode ocorrer pela piora na estética do paciente, pelos riscos não informados sobre a cirurgia ou, em alguns casos, simplesmente pela não entrega do resultado contratado.

    Diferente dos procedimentos clínicos terapêuticos, onde se busca, por exemplo, a cura da doença, na cirurgia unicamente estética a busca do paciente é pela beleza. Portanto, neste caso há obrigação do médico atingir o resultado prometido.

    Mas o que fazer em caso de erro médico em cirurgia plástica?

    Há muitas dúvidas em torno desse tema, que sanaremos neste artigo, já que é importante conhecer seus direitos em casos de erro médico.

    O professor e advogado especialista em erro médico e a advogada especialista em erro médico, sócios deste escritório de advocacia especialista em causas relacionadas ao Direito da Saúde, estão habituados a lidar com processos que envolvem erro médico em cirurgias de rinoplastia, mamoplastia, abdominoplastia, cirurgia íntima, etc.

    E, a seguir, vão explicar tudo o que você precisa saber como se defender de um erro médico em cirurgia plástica. Entenda:

    Confira!

    A cirurgia plástica pode se tornar um caso de negligência médica em várias situações.

    Mas, de maneira simplificada, é possível enquadrar um erro médico em procedimento estético como ato negligente quando se pode demonstrar que médico violou o padrão de cuidado e que essa violação resultou diretamente em dano ao paciente.

    Entre as situações que podem se configurar como negligência médica em cirurgia plástica, está a realização de procedimentos fora do “padrão de cuidado” aceito pela profissão.

    Também é considerado um ato negligente quando o médico não dá informações detalhadas sobre a cirurgia plástica ao paciente e a realiza sem obter o consentimento informado.

    Há negligência médica na cirurgia plástica, ainda, quando o paciente não recebe os cuidados adequados ou o tratamento de possíveis complicações pós-operatórias.

    Dentre as situações que podem se configurar como erro médico na realização de uma cirurgia plástica, os principais tipos são:

    Situação Descrição
    Negligência médica Realização de procedimentos fora do padrão de cuidado
    Negligência médica Falta de informações detalhadas ao paciente
    Negligência médica Falta de cuidados adequados pós-operatórios

    Sim, existe uma ação judicial que pode ser movida para descobrir se houve erro médico ou, até mesmo, para apurar toda a extensão dos danos. Posteriormente, você pode mover uma ação pedindo indenização, por exemplo.

    Há, geralmente, duas formas de lidar com uma ação judicial por erro médico: a ação de produção antecipada de provas e a ação de indenização.

    Existem vantagens e desvantagens que precisam ser debatidas tecnicamente com um advogado experiente sobre os dois tipos de ação.

    Quando tenho direito a reparo de cirurgia plástica?

    Logo, quando a cirurgia plástica ou procedimento estético dá errado, o paciente (consumidor) passa a ter um direito a reparação, que pode ser por danos materiais, danos morais e/ou danos estéticos, tudo a depender do caso concreto.

    O que fazer quando a cirurgia plástica não deu certo?

    “Minha primeira cirurgia plástica não deu certo, e agora?”

    No Brasil, é fácil encontrar pessoas que estejam insatisfeitas com o resultado da sua cirurgia plástica! Ainda mais em um dos países com a maior quantidade de cirurgias plásticas realizadas no planeta.

    Ainda assim, esta é uma questão complicada, que depende de muitas variáveis ​​e tem levado a muitos processos na justiça.

    Vale esclarecer que, em muitos casos, é necessária a revisão cirúrgica para deixar tudo nos conformes. No entanto, os pedidos de uma segunda cirurgia são, muitas vezes, devido à falta de transparência na relação entre o paciente e o médico e na criação de expectativas irreais.

    Por isso, vou explicar como evitar desacordos com o seu cirurgião e o que fazer se a sua cirurgia plástica não deu certo.

    Boa leitura!

    O primeiro passo para evitar qualquer tipo de insatisfação com o resultado da cirurgia plástica é esclarecer todas as questões sobre a sua cirurgia e resultado esperado.

    Atualmente, temos muita desinformação divulgada na internet, além de propagandas completamente enganosas que geram expectativas irreais sobre o resultado desejado da intervenção.

    Ao decidir fazer uma cirurgia plástica, é importante que o paciente converse com o cirurgião e expresse todos os desejos e expectativas sobre o procedimento que deseja realizar.

    Dessa forma, o especialista poderá dar todas as informações relacionadas à operação, recuperação e possíveis resultados, preparando o paciente e ajudando a diminuir os riscos de insatisfação após o procedimento.

    Quando uma pessoa pensa em fazer uma cirurgia plástica, é comum imaginar o resultado final. Muitos pacientes chegam ao consultório com uma foto do nariz ou dos seios que gostariam de ter.

    No entanto, por várias razões, esse visual nem sempre pode ser alcançado. Cada um de nós tem características próprias e o resultado da cirurgia plástica varia de pessoa para pessoa.

    Cabe ao especialista informar sobre as variáveis ​​que podem influenciar no resultado final do processo e o nível de suavização do problema que ele consegue atingir, fazendo com que o cliente coloque os pés no chão e aproxime suas expectativas da realidade.

    Por outro lado, para que a intervenção seja bem sucedida, é importante que o paciente colabore com o médico e siga suas instruções, tanto antes quanto depois da operação, para garantir a boa flexibilidade do procedimento.

    Também é importante que ele entenda que existe um prazo para a recuperação total da cirurgia e que a necessidade de revisão só pode ser vista após esse período.

    Tudo isso faz parte da relação transparente e de confiança que deve existir entre o cirurgião e o paciente, onde cada parte precisa ter clareza sobre o que deseja e sobre o que pode ser alcançado com o procedimento.

    Toda cirurgia plástica estética provavelmente precisará de revisão após a primeira intervenção. Esse problema deve ser discutido com o médico na primeira consulta, esclarecendo dúvidas sobre a possível necessidade de correção cirúrgica daquele procedimento.

    Quando posso processar um cirurgião plástico?

    Erro médico em cirurgia plástica: descubra seus direitos com o advogado especialista em erro médico

    O Brasil é o segundo país com maior número de cirurgias plásticas realizadas todo ano. São contabilizados anualmente cerca de 1,3 milhões de procedimentos estéticos.

    E, infelizmente, há muitos casos em que ocorrem erros médicos que comprometem não só a autoestima como a vida dos pacientes.

    O erro de procedimento em cirurgia plástica pode ocorrer pela piora na estética do paciente, pelos riscos não informados sobre a cirurgia ou, em alguns casos, simplesmente pela não entrega do resultado contratado.

    Diferente dos procedimentos clínicos terapêuticos, onde se busca, por exemplo, a cura da doença, na cirurgia unicamente estética a busca do paciente é pela beleza. Portanto, neste caso há obrigação do médico atingir o resultado prometido.

    Mas o que fazer em caso de erro médico em cirurgia plástica?

    Há muitas dúvidas em torno desse tema, que sanaremos neste artigo, já que é importante conhecer seus direitos em casos de erro médico.

    O professor e advogado especialista em erro médico e a advogada especialista em erro médico sócios deste escritório de advocacia especialista em causas relacionadas ao Direito da Saúde, estão habituados a lidar com processos que envolvem erro médico em cirurgias de rinoplastia, mamoplastia, abdominoplastia, cirurgia íntima, etc.

    E, a seguir, vão explicar tudo o que você precisa saber como se defender de um erro médico em cirurgia plástica. Entenda:

    Confira!

    A cirurgia plástica pode se tornar um caso de negligência médica em várias situações.

    Mas, de maneira simplificada, é possível enquadrar um erro médico em procedimento estético como ato negligente quando se pode demonstrar que médico violou o padrão de cuidado e que essa violação resultou diretamente em dano ao paciente.

    Entre as situações que podem se configurar como negligência médica em cirurgia plástica, está a realização de procedimentos fora do “padrão de cuidado” aceito pela profissão.

    Também é considerado um ato negligente quando o médico não dá informações detalhadas sobre a cirurgia plástica ao paciente e a realiza sem obter o consentimento informado.

    Há negligência médica na cirurgia plástica, ainda, quando o paciente não recebe os cuidados adequados ou o tratamento de possíveis complicações pós-operatórias.

    Dentre as situações que podem se configurar como erro médico na realização de uma cirurgia plástica, os principais tipos são:

    • Erro de diagnóstico;
    • Falta de consentimento informado;
    • Erro de execução;
    • Falta de acompanhamento pós-operatório adequado.

    Sim, existe uma ação judicial que pode ser movida para descobrir se houve erro médico ou, até mesmo, para apurar toda a extensão dos danos. Posteriormente, você pode mover uma ação pedindo indenização, por exemplo.

    Há, geralmente, duas formas de lidar com uma ação judicial por erro médico: a ação de produção antecipada de provas e a ação de indenização.

    Existem vantagens e desvantagens que precisam ser debatidas tecnicamente com um advogado experiente sobre os dois tipos de ação.

    Quando tenho direito a reparo de cirurgia plástica?

    Logo, quando a cirurgia plástica ou procedimento estético dá errado, o paciente (consumidor) passa a ter um direito a reparação, que pode ser por danos materiais, danos morais e/ou danos estéticos, tudo a depender do caso concreto.

    Como processar um médico por cirurgia mal feita?

    Não são poucos os casos de erros médicos que se somam no Brasil, mas nem todos se tornam processos judiciais em virtude da falta de conhecimento do cidadão para tomar as providências necessárias e buscar o cumprimento dos seus direitos. O erro médico é a falha do profissional no exercício do seu ofício, por imprudência, imperícia ou negligência, devendo o médico recompensar as vítimas ou seus parentes.

    Inúmeras pessoas sofrem com as consequências de um erro médico, que pode ocasionar o óbito do paciente ou danos à sua imagem. Além do médico responsável pelo procedimento, a clínica ou hospital em que se deu o atendimento também estão sujeitos à responsabilização pelo erro médico.

    Conforme a jurisprudência brasileira, em geral, pacientes lesados por erros médicos podem receber três tipos de indenizações: por danos materiais, morais e estéticos. Os danos materiais referem-se ao que o paciente gastou no tratamento ineficiente e ao que eventualmente deixou de ganhar por conta do erro médico (dias de trabalho perdidos, por exemplo). Assegura-se também o direito de receber os danos morais, valor para compensar a dor moral a que foi submetido (como ocorre com a supressão indevida de um órgão). Por fim, o paciente também pode receber por danos estéticos, isto é, o prejuízo causado à sua aparência, como nas hipóteses em que o erro causou cicatrizes e outras deformidades. Todas essas indenizações podem ser acumuladas.

    Nas quatro Varas Cíveis e quatro Varas Criminais de Rio Branco, existem cerca de 27 processos por erro médico em tramitação. Tendo em vista que esse tipo de ação requer uma detalhada organização processual, incluindo a realização de perícia média, não há uma previsão aproximada quanto ao seu tempo de duração.

    Como proceder

    O erro médico se define em três categorias, são elas:

    1. negligência: que são as falhas por desleixo e falta de atenção, ou em casos nos quais o médico não oferece os devidos cuidados ao paciente;
    2. imperícia: quando o médico realiza um procedimento para o qual não foi preparado;
    3. imprudência: quando o médico assume riscos que colocam em perigo o paciente, sem que exista amparo científico para essa decisão.

    Identificado o erro, o cidadão deve seguir as seguintes orientações: fazer um Boletim de Ocorrência na delegacia e realizar uma denúncia no Conselho Regional de Medicina (CRM). Seja qual for a decisão do CRM, o paciente tem também o direito de pedir uma indenização, devendo para isso abrir um processo na Justiça Civil com o auxílio de um advogado. Para aqueles que não têm condições de pagar os serviços de um advogado privado, o caminho é procurar a Defensoria Pública. Em casos graves, que envolvam lesão ou morte, o médico responde pelo crime de lesão corporal ou homicídio culposo. A orientação do Superior Tribunal de Justiça é que deve ser aplicado o Código de Defesa do Consumidor aos serviços prestados por profissionais liberais, inclusive médicos. Nesses casos prescreve em cinco anos a pretensão da reparação, praz.

    Pode dar errado na cirurgia plástica?

    Descubra qual o risco de uma cirurgia plástica e entenda de uma vez por todas se vale a pena fazer o procedimento que você quer.

    Se você quer saber quais os riscos de uma cirurgia plástica, a resposta é que existem vários. Por outro lado, se a sua dúvida é se vale a pena deixar de fazer um procedimento por causa dos riscos envolvidos, a resposta geralmente é não.

    Isso porque, assim como toda cirurgia, as cirurgias plásticas também possuem riscos envolvidos. Porém, isso não impede que sejam realizadas e que tenham ótimos resultados, melhorando a qualidade de vida do paciente.

    O que é feito nesse caso é a busca pela redução dos riscos e por um método mais seguro. Isso pode ser feito de várias maneiras, que devem ser estudadas e planejadas pelo médico responsável.

    Apenas em casos raros e específicos, uma cirurgia plástica vai ser contraindicada completamente para um paciente.

    Assim como qualquer procedimento invasivo, as cirurgias plásticas não estão ilesas de oferecer riscos e complicações. Porém, é completamente possível contornar esses riscos e oferecer uma cirurgia segura e eficaz para um paciente.

    Isso porque os principais riscos estão associados com uma avaliação pré-operatória mal feita. Pacientes com doenças crônicas, problemas de coagulação ou que estejam fumando na época da cirurgia são mais propensos a terem complicações, como má cicatrização e tromboses no pós-operatório.

    Além disso, outras complicações podem acontecer, como:

    • Infecções;
    • Hematomas;
    • Assimetrias;
    • Entre outros.

    Porém, quase sempre tudo isso pode ser evitado com apenas dois cuidados: escolher um médico capacitado e, é claro, seguir suas orientações. A seguir confira mais informações sobre isso.

    As cirurgias que oferecem menos riscos são, no geral, as menores e em locais de melhor cicatrização. Um exemplo disso são os implantes de silicone, que hoje em dia são considerados procedimentos simples.

    Além desses, outros procedimentos estéticos que possuem baixo risco são os métodos pouco invasivos, como aplicação de botox, por exemplo.

    Uma cirurgia que foi considerada por muitos anos como a mais arriscada é a lipoaspiração. Isso porque, devido aos movimentos de vai e vem que são feitos nesse procedimento, por muito tempo ocorriam muitas vítimas fatais. O que muita gente não sabe é que isso acontecia pela falta de perícia do médico.

    Há formação médica mais qualificada e melhora da tecnologia, fazendo com que a lipo seja mais segura. Nesse sentido, as cirurgias mais arriscadas são, de forma geral, as mais complexas.

    Isso porque quanto maior a cirurgia, mais ela vai exigir do corpo capacidade de recuperação. E é nesse processo, por exemplo, que podem ocorrer complicações como as tromboses.

    Alguns exemplos são as lipos mais completas, como lipo HD e a abdominoplastia. Além disso, alguns pacientes optam por fazer diversas cirurgias em um mesmo dia, como a junção de abdominoplastia, lipoaspiração e prótese de silicone, o que também aumenta os riscos.

    Independente do risco individual de uma cirurgia, a primeira forma de evitar o risco de.

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