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    Entenda o planejamento patrimonial

    entenda o planejamento patrimonial

    Como funciona o planejamento patrimonial?

    Tão importante quanto alcançar um alto padrão de vida é se preparar para garantir recursos para as gerações futuras. Com isso, filhos, netos e outros descendentes terão mais bem-estar financeiro. Para atingir o objetivo, é essencial elaborar um bom planejamento patrimonial e sucessório.

    Essa é uma ferramenta relevante para garantir que os bens conquistados não serão perdidos e poderão ser transmitidos sem tantos custos ou burocracia. Dessa maneira, os herdeiros e beneficiários poderão aproveitar o patrimônio de forma sustentável.

    Quer descobrir como elaborar um planejamento patrimonial e sucessório adequado? Neste artigo, o nosso time, da Genial Investimentos, mostra o que você deve fazer. Acompanhe!

    O planejamento patrimonial é um conjunto de boas práticas que tem o propósito de cuidar do patrimônio de uma pessoa, empresa ou família, afim de garantir a proteção, o crescimento e a transferência adequada desses bens para seus herdeiros ou beneficiários após sua morte. Por isso, é comum que ele seja composto tanto por estratégias de investimento quanto jurídicas. As primeiras servem para rentabilizar os bens e recursos, enquanto as segundas ajudam a otimizar custos com tributação e trazer mais segurança, por exemplo.

    Vale notar que também há o componente sucessório no planejamento. Nesse sentido, a ideia é definir as medidas a serem adotadas para promover a sucessão de bens. Assim, ele serve como um mapa, indicando quais passos devem ser dados e como fazer a distribuição dos bens e direitos.

    Com isso, a intenção do planejamento patrimonial e sucessório é ajudar a cuidar dos bens em vida e favorecer a transmissão para os herdeiros.

    Ao elaborar corretamente o plano patrimonial e sucessório, é possível aproveitar diversas vantagens. Ao conhecê-las, você entenderá por que é tão importante se preocupar com essa etapa ao cuidar dos seus bens. Continue a leitura e descubra quais são os principais benefícios desse planejamento!

    Um dos motivos para fazer o planejamento patrimonial está relacionado à expansão dos bens. Com uma gestão adequada e estratégica, há chances de os recursos continuarem a render ao longo do tempo, acumulando resultados benéficos para os objetivos da pessoa ou família.

    É possível, por exemplo, traçar um plano de investimentos compatível com o nível de tolerância ao risco de cada pessoa. Como resultado, o dinheiro continua rendendo ao longo do tempo, o que pode ajudar a consolidar um patrimônio cada vez maior.

    Dependendo dos resultados obtidos, há como garantir um retorno acima da inflação, por exemplo. Desse modo, o patrimônio fica protegido contra a perda do poder de compra, que acontece quando o rendimento obtido é menor que o avanço de preços na economia.

    Outra vantagem de realizar o planejamento patrimonial e sucessório é a possibilidade de pagar menos impostos. No caso do gerenciamento do patrimônio, as movimentações financeiras e no mercado de investimentos podem gerar essa cobrança, afetando a rentabilidade.

    Por outro lado, o uso de determ

    Qual melhor forma de passar herança?

    Nesse sentido, o testamento pode ser uma excelente forma de planejamento sucessório entre os cônjuges ou companheiros. Melhor do que a doação! Veja só, no caso de um cônjuge querer beneficiar o outro via testamento, em caso de brigas, separação ou desavença, basta revogar esta disposição!

    Como fazer um planejamento patrimonial da família?

    Holding familiar como ferramenta de planejamento patrimonial e sucessório

    Inicialmente, é importante diferenciar planejamento patrimonial e planejamento sucessório. O planejamento patrimonial é uma expressão mais ampla. Quando se fala em planejamento sucessório, por exemplo, frequentemente pensamos em holdings familiares, partilha em vida, testamento, etc.

    A forma como o brasileiro lida com o patrimônio, em linhas gerais, acaba por não passar por uma organização patrimonial, o que acaba levando aos tribunais uma carga excessiva de demandas que seriam rapidamente solucionadas extrajudicialmente. Por essa razão, é de suma importância pensar e executar um planejamento patrimonial.

    Obviamente, para execução de um planejamento patrimonial é imprescindível que haja que se busque uma consultoria jurídica especializada a fim de organizar o patrimônio e apresentar as vantagens e desvantagens das ferramentas disponíveis.

    Para um planejamento patrimonial eficaz é possível constituir uma holding familiar, celebrar certos contratos, realizar partilha em vida com reserva de usufruto e também elaborar um testamento. É importante, sobretudo, que se tenha uma noção completa dos bens que envolvem o patrimônio, bem como as questões jurídicas, contábeis, tributárias e empresariais envolvidas.

    Diante de todas as possibiliades de planejamento, esse artigo tem por finalidade estudar a holding familiar como ferramenta de planejamento patrimonial e sucessório. Dessa forma, no primeiro tópico abordaremos o conceito de holding familiar e a possibildiade jurídica do seu uso no planejamento patrimonial. No segundo tópico trataremos sobre a forma como essa ferramenta é utilizada na prática, e, por último, falaremos sobre as desvantagens do seu uso.

    CONCEITO E POSSIBILIDADE JURÍDICA

    A holding familiar é essencialmente uma sociedade que tem como objeto social a participação em outras empresas/sociedades. A previsão de sociedades com esse objeto social na legislação brasileira se dá apenas na Lei das Sociedades Anônimas (Lei nº 6.404/76), que diz ser possível constiuir uma companhia que participe de outras empresas.

    Considerando que nossa legislação admite que uma sociedade tenha qualquer objeto social, desde que lícito, não há nenhum tipo de vedação para a constituição de holdings no Brasil.

    A holding pode ser utilizada por famílias empresárias ou não. Para os grupos familiares que não exercem atividade empresária, a holding é um importante instrumento de organização, administração, gestão e, eventual, divisão do patrimônio familiar.

    Já para os grupos familiares que exercem atividade empresária, além da organização do patrimônio, a criação de sociedades do tipo “holding” podem ser utilizadas para a melhor organização dos negócios, criação de estruturas centralizadas para as diversas atividades exercidas pelo grupo e ainda para facilitar eventual rateio de despesas das empresas operacionais.

    Entretanto, é preciso esclareser que a holding

    Qual o custo mensal de uma holding familiar?

    Uma holding familiar é uma estrutura organizacional que desempenha um papel fundamental na preservação e gestão do patrimônio de uma família ao longo das gerações. Construir e manter um patrimônio ao longo da vida pode ser desafiador, mas protegê-lo e garantir uma transição suave para as próximas gerações é ainda mais complexo. É nesse contexto que a holding familiar se torna uma solução valiosa. Ao traçar um plano jurídico e econômico antes do momento de transição, é possível desfrutar de uma transição tranquila, preservar o patrimônio acumulado ao longo de muitos anos de trabalho árduo e evitar conflitos desnecessários. Se você ainda não está familiarizado com o conceito de holdings familiares, este guia completo tem como objetivo fornecer todas as informações pertinentes para que você possa começar a considerar essa opção. Continue a leitura para descobrir como esse tipo de organização pode ser uma solução eficiente para a proteção do seu patrimônio, a sucessão familiar e o planejamento tributário.

    Holding vem do verbo em inglês “to hold”, que significa segurar, manter, reter. É a partir desse conceito que foram idealizadas as empresas holdings, ou seja, aquelas que detém participações societárias de outras sociedades em cotas. Em resumo, é uma empresa que participa de outras empresas como sócia e mantém seu patrimônio (ou uma porcentagem dele) também formado por sociedades. A empresa holding patrimonial é aquela que se encarrega do controle e manutenção do patrimônio, exclusivamente. Já a holding familiar é responsável por administrar os bens de uma ou mais pessoas físicas de uma mesma família.

    Holding patrimonial familiar é um recurso de planejamento sucessório, que permite definir e estabelecer a sucessão patrimonial em vida, de forma tranquila, e com boas garantias que evitam subtração patrimonial. Sua estruturação de uma exerce papel fundamental na preservação do patrimônio de uma família em relação à terceiros. Além disso, traz inúmeros benefícios e proteção para os envolvidos. Descubra mais sobre a holding familiar e suas vantagens abaixo.

    Por meio de contratos sociais, como o casamento e a união estável, por exemplo, o patrimônio familiar fica exposto à ação de terceiros, como em caso de divórcio, por exemplo. Nela o controle dos bens é transferido para uma pessoa jurídica, responsável por administrar o patrimônio a partir de um gestor designado, evitando interferências externas e possível subtração de bens. Esse processo é conhecido como blindagem patrimonial. Uma vantagem importante sobre a holding familiar é em caso de falecimento de um dos membros. Ela facilita o processo de sucessão e a divisão da herança, desde que essas sejam regras previstas em contrato na abertura da empresa. Por meio de cláusulas de doação, é possível transferir as cotas de patrimônio dentre os herdeiros participantes da empresa. Também é possível fazer essa divisão em vida, em caso de aposentadoria. Assim.

    Como fazer o planejamento patrimonial da família?

    Holding familiar como ferramenta de planejamento patrimonial e sucessório

    Inicialmente, é importante diferenciar planejamento patrimonial e planejamento sucessório. O planejamento patrimonial é uma expressão mais ampla. Quando se fala em planejamento sucessório, por exemplo, frequentemente pensamos em holdings familiares, partilha em vida, testamento, etc.

    A forma como o brasileiro lida com o patrimônio, em linhas gerais, acaba por não passar por uma organização patrimonial, o que acaba levando aos tribunais uma carga excessiva de demandas que seriam rapidamente solucionadas extrajudicialmente. Por essa razão, é de suma importância pensar e executar um planejamento patrimonial.

    Obviamente, para execução de um planejamento patrimonial é imprescindível que haja que se busque uma consultoria jurídica especializada a fim de organizar o patrimônio e apresentar as vantagens e desvantagens das ferramentas disponíveis.

    Para um planejamento patrimonial eficaz é possível constituir uma holding familiar, celebrar certos contratos, realizar partilha em vida com reserva de usufruto e também elaborar um testamento. É importante, sobretudo, que se tenha uma noção completa dos bens que envolvem o patrimônio, bem como as questões jurídicas, contábeis, tributárias e empresariais envolvidas.

    Diante de todas as possibilidades de planejamento, esse artigo tem por finalidade estudar a holding familiar como ferramenta de planejamento patrimonial e sucessório. Dessa forma, no primeiro tópico abordaremos o conceito de holding familiar e a possibilidade jurídica do seu uso no planejamento patrimonial. No segundo tópico trataremos sobre a forma como essa ferramenta é utilizada na prática, e, por último, falaremos sobre as desvantagens do seu uso.

    1. CONCEITO E POSSIBILIDADE JURÍDICA

    A holding familiar é essencialmente uma sociedade que tem como objeto social a participação em outras empresas/sociedades. A previsão de sociedades com esse objeto social na legislação brasileira se dá apenas na Lei das Sociedades Anônimas (Lei nº 6.404/76), que diz ser possível constituir uma companhia que participe de outras empresas.

    Considerando que nossa legislação admite que uma sociedade tenha qualquer objeto social, desde que lícito, não há nenhum tipo de vedação para a constituição de holdings no Brasil.

    A holding pode ser utilizada por famílias empresárias ou não. Para os grupos familiares que não exercem atividade empresária, a holding é um importante instrumento de organização, administração, gestão e, eventual, divisão do patrimônio familiar.

    Já para os grupos familiares que exercem atividade empresária, além da organização do patrimônio, a criação de sociedades do tipo “holding” podem ser utilizadas para a melhor organização dos negócios, criação de estruturas centralizadas para as diversas atividades exercidas pelo grupo e ainda para facilitar eventual rateio de despesas das empresas operacionais.

    Entretanto, é preciso esclarecer que a holding.

    Quanto custa fazer um planejamento sucessório?

    Publicado em 4 de março de 2016

    Geralmente a sucessão patrimonial é um problema que preocupa as pessoas que serão sucedidas, apesar de não se levar nada desta vida, todos querem deixar um legado positivo a seus entes queridos. Os Herdeiros ficam com os bens, mas também são os responsáveis pelos custos da sucessão patrimonial.

    O Inventario é o procedimento legal para a transmissão do patrimônio e na teoria é uma equação simples de resolver, basta somar os direitos e subtrair os deveres do falecido e dividir o saldo pelos herdeiros. Na prática, este processo pode custar bastante tempo e dinheiro, saiba quais são os principais custos:

    1. Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCD). Cada estado possui diferentes tabelas para este imposto, no RS a alíquota é progressiva de acordo com o valor dos bens e vai de 0 a 6%.
    2. Despesas para o andamento do Processos, seja ele por via Judicial ou Extrajudicial (Cartório). Há dois tipos de inventário, o judicial que pode ser feito em todos os casos e o extrajudicial que pode ser feito apenas nos casos mais simples como os casos sem litígio ou que não envolvam menores de idade.
    3. Honorários advocatícios. A lei diz que processos de Inventário não podem ser realizados sem o acompanhamento de um advogado, em último caso defensores públicos assumem estes casos.

    Todas estas despesas do inventario são pagas pelos herdeiros de maneira proporcional a parcela de bens que cada um recebeu (quinhão) e geralmente o prazo para pagamento é curto.

    Veja abaixo uma tabela com o peso de cada um dos custos e um exemplo de cálculo:

    Custos Valor dos Bens (02/2016)
    ITCD 0 a 6%
    Despesas do Processo R$3.069,90 (extrajudicial) / 2,5% (judicial)
    Honorários advocatícios R$3.948,00 (fixo) + 8% (variável)

    Quanto custaria a Sucessão envolvendo apenas um imóvel no valor de R$ 1.000.000,00?

    Neste exemplo hipotético onde foram considerados apenas os principais custos, a sucessão de apenas um imóvel chegou a custar 16,8% do valor total do patrimônio. É importante deixar claro que cada processo é único e com custos diferentes dependendo da situação. Nos casos de maior complexidade envolvendo negócios, pericias, documentações específicas e demais familiares o custo e o tempo no processo de sucessão patrimonial é multiplicado. Neste Contexto é preciso saber que existem ferramentas para planejar a sucessão patrimonial que permitem economizar dinheiro, evitar con

    O que é planejamento sucessório familiar?

    1 – Conceito e finalidade:

    O planejamento sucessório consiste na detida reflexão e posterior implementação, por parte da pessoa natural interessada na sua própria sucessão, a partir da qual estabelece os critérios de partilha dos seus bens entre seus herdeiros, para evitar discussões entre eles e para minimizar os custos no processo de inventário.

    O planejamento pode ser realizado de várias formas, sendo umas mais eficazes do que outras, porque, além de envolver uma partilha antecipada dos bens do interessado, também reduz a carga tributária a ser enfrentada pelos herdeiros do falecido, tendo em vista que será assumida pelo autor da herança, em vida.

    Assim, as opções para o planejamento sucessório, no Brasil, seriam, por exemplo: a elaboração de um testamento; a contratação de seguro; a contratação de previdência privada; a constituição de sociedade holding familiar patrimonial, administradora de bens havidos pelo autor da herança; a doação de bens em vida, inclusive por doação apenas de parte do bem, ou seja, da sua nua propriedade, com a reserva de usufruto em favor do autor da herança etc. Ainda há a possibilidade de constituição de um trust no exterior; dentre outras formas, estabelecidas livremente pelo autor da herança.

    2 – A forma de evitar o inventário do falecido para a transmissão de bens aos sucessores

    Com a morte da pessoa natural, tem lugar o inventário, judicial ou extrajudicial, dos bens, direitos e das obrigações por ele deixados, denominado de herança, aos respectivos herdeiros: (i) aos necessários, que fazem jus à “legítima”, parte da herança indisponível para terceiros; e (ii) aos testamentários, representados por aqueles ou por terceiros, da escolha do falecido. Atualmente e desde 2007, há a opção do inventário extrajudicial, conforme dispõe a Lei 11.441/2007.

    Na ausência de testamento, transmite-se aos herdeiros necessários, a parte da herança “disponível”, além da parte correspondente à “legítima”.

    2.1 – O objeto da sucessão:

    Descontada a parte dos bens cabível ao cônjuge ou ao companheiro sobrevivente, considerada “meação”, nos casos de regimes de casamento ou de união estável, de comunhão total ou parcial de bens, o acervo de bens do “de cujus” inclui 2 partes idênticas (art. 1845 e 1784 do CC): a legítima, destinada aos herdeiros necessários, se houverem (ascendentes, descendentes e cônjuge ou companheiro, dependendo do regime de casamento ou de união estável) e a parte disponível, que pode ser objeto de testamento e de transferência para terceiros, da escolha do autor da herança, que não os herdeiros necessários, ou, ainda, podendo privilegiar um ou mais dos herdeiros necessários além da legítima que lhes caberia.

    3 – O processo de inventário e partilha de bens deixados pelo falecido:

    Com a abertura do inventário judicial (art. 611 e segs. do CPC), processo burocrático, oneroso e de longa tramitação, é declarada aberta a sucessão da pessoa falecida, transmitindo-se, aos seus herdeiros, o direito de posse e administração do.

    Como fica a sucessão na holding familiar?

    Holding familiar é uma solução de gerenciamento de propriedades e planejamento sucessório muito interessante para quem deseja aproveitar melhor suas conquistas. E pensando em contribuir com seu entendimento sobre o tema, vamos desmistificar algumas perguntas comuns sobre essa estratégia. Acompanhe!

    Holding familiar é uma empresa criada especialmente para ser a proprietária dos bens de uma pessoa física. Essa pessoa física, por sua vez, será dona das cotas da empresa, juntamente com os sócios e herdeiros selecionados para fazer parte da holding.

    Resumidamente, a holding familiar serve para proteger o patrimônio de problemas judiciais; reduzir custos com tributos incidentes em aluguel, venda e sucessão; gerenciar com mais precisão as posses e organizar a sucessão patrimonial.

    Por trazer inúmeros benefícios aos proprietários de bens, tanto acerca do planejamento sucessório quanto à administração eficiente de propriedades, a holding familiar virou um tema curioso e que gera alguns mitos.

    Por isso, trouxemos as principais máximas sobre a holding familiar e esclareceremos se as afirmações são verdadeiras ou falsas. Acompanhe!

    A holding familiar permite uma série de benefícios que o proprietário dos bens desfruta em vida. O primeiro deles é a possibilidade de reduzir custos de tributos incidentes em aluguel ou venda de imóveis.

    Além disso, a holding permite uma visão mais clara e organizada do patrimônio, tornando sua gestão mais eficiente.

    A holding também permite um nível de proteção maior sobre as posses, evitando, por exemplo, que tais valores sejam bloqueados judicialmente de maneira automática ou muito veloz.

    Sim, a holding familiar é uma forma inteligente de fazer o planejamento sucessório, mas não se limita apenas a essa funcionalidade.

    Holding familiar protege o patrimônio, mas não o blinda. Blindagem pode ser compreendida como tornar inacessível, inalcançável. E todo patrimônio, seja de pessoa física ou jurídica, está sujeito à aplicação da lei e incidência de sanções – em outras palavras, o patrimônio que está dentro da holding não é completamente intransponível.

    A recomendação é: não acredite neste tipo de promessa. No entanto, a holding familiar tem um alto nível de proteção, como veremos a seguir.

    Quando o patrimônio passa para a pessoa jurídica, recebe camadas a mais de proteção. Isso significa que o caminho para atingir tais bens torna-se mais longo e permite que os proprietários se defendam adequadamente.

    Por exemplo: se o patriarca ou a matriarca tem um problema na Justiça, muito rapidamente seus bens de pessoa física podem ser bloqueados judicialmente. E muitas vezes, isso pode acontecer antes mesmo dos proprietários terem tomado conhecimento do processo e terem tido a chance de se defender.

    Já os bens dispostos numa pessoa jurídica, como ocorre com a holding familiar, não podem ser utilizados tão rapidamente para o pagamento de dívidas ou penhora. Há todo um processo anterior até chegar neste patrimônio.

    Isso possibilita ao proprietário o tempo necessário.

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