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    Como processar makro atacadista

    Como processar MAKRO ATACADISTA

    O que aconteceu com o Makro Atacadista?

    Após vender suas lojas para empresas como Grupo Muffato, Savegnago e Grupo Pereira, o Makro Atacadista se despede oficialmente do mercado brasileiro. A rede encerrou as atividades de seu site e publicou, na plataforma e nas redes sociais, um comunicado sobre o fim de sua operação no país. Nas últimas semanas, o Makro já vinha realizando liquidações em suas lojas. Em junho, a rede fechou a venda de três unidades para o Savegnago e uma para o Grupo Pereira. Em janeiro deste ano, também foi selado um acordo com o Grupo Muffato, que adquiriu 16 lojas e 11 postos de combustíveis no estado de São Paulo.

    As transações fazem parte de um processo de desmobilização que o Makro iniciou em 2020, com a venda de 29 pontos de venda para o Grupo Carrefour Brasil, marcando o fim de suas operações fora de São Paulo. Pertencente ao grupo holandês SHV, a bandeira opera em outros três países da América do Sul: Argentina, Colômbia e Venezuela. A rede chegou ao Brasil em 1972, com sua primeira loja instalada no bairro Vila Maria, na capital paulista.

    Confira, na íntegra, o comunicado divulgado pelo Makro:

    “Há 50 anos iniciamos nossa jornada no Brasil, e em todos estes anos participamos de sua história, da sua evolução e do seu crescimento. Estivemos sempre ao seu lado e fizemos parte da sua família. Hoje, temos a certeza de ter conquistado um lugar no seu coração.

    Nossa operação se despede do Brasil deixando nosso agradecimento a todos clientes, fornecedores e colaboradores que juntos fizeram parte desta história.”

    Quem é o dono da rede Makro?

    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

    TipoMakro é uma rede atacadista dos Países Baixos fundada em 1968 pela SHV Holdings em Amsterdã, nos Países Baixos. Nos anos seguintes, lojas foram abertas tanto nos Países Baixos quanto em diversos outros países europeus. Nas décadas de 1970 e 1980, o Makro expandiu sua atuação para outros continentes, com a abertura de lojas na África do Sul,[1] na Ásia e nas Américas.

    A operação nos EUA[2] e na África do Sul foram vendidas ainda nas décadas de 1980 e 1990. Em 1998, a SHV Holdings vendeu a operação europeia da rede à alemã Metro AG, enquanto manteve as lojas na América do Sul e na Ásia. Posteriormente, as operações no continente asiático foram gradualmente cindidas da rede e vendidas a terceiros.

    No Brasil, a empresa estava, até 2020, presente em vinte e três estados e no Distrito Federal, com um total de 62 lojas.[3] Em 2013, foi a oitava maior empresa varejista do país (considerando que também vende ao consumidor final), segundo ranking do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (Ibevar).[4] No ranking nacional da Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores de Produtos Industrializados (ABAD), o Makro se encontrava entre as cinco maiores empresas do ramo em operação no país.[5][6]

    Em 2023, a empresa encerrou suas atividades de suas últimas lojas em funcionamento após 50 anos, vendendo o restante dos ativos para o Grupo Muffato, Grupo Savegnago e Grupo Pereira.[7][8][9][10][11]

    As lojas europeias foram adquiridas em 1998 pela Metro AG, fundada em 1964. Fora da Europa, a SHV Holdings N.V. é a detentora das lojas.

    A Makro chegou a Portugal em 1989 e abriu a sua primeira loja em Alfragide, nos arredores de Lisboa, em 1990. Atualmente conta com dez lojas nos principais centros urbanos e económicos do país e emprega cerca de mil e duzentas pessoas. A rede tem planos para abrir mais lojas no futuro e marcar presença na grande maioria dos distritos e regiões portuguesas.

    Esta seção pode conter informações desatualizadas. Se tem conhecimento sobre o tema abordado, edite a página e inclua as informações mais recentes, citando fontes fiáveis e independentes. —Encontre fontes: ABW  • CAPES  • Google (N • L • A) (Abril de 2023)O Makro esteve presente no Brasil entre os anos de 1972[7] até 2023.[7][8][9][12][13] A rede instalou sua primeira loja no país na cidade de São Paulo, no bairro da Vila Guilherme. Em 2020, a rede varejista Carrefour adquiriu 30 lojas da Makro, visando aumento na participação de mercado do Atacadão. A aquisição custou R$ 1,95 bilhão de reais ao Carrefour e incluiu no pacote 14 postos de gasolina. A transição permitirá a expansão da presença do Atacadão no Rio de Janeiro e no Nordeste.[14]

    Em 2022, a rede vendeu mais 16 lojas e 11 postos de combustíveis para o Grupo Muffato.

    Em 2023, 3 lojas foram compradas pelo Grupo Savegnago e 1 pelo Grupo Pereira.[11] O atacadista encerrou suas atividades no país em julho do mesmo ano.[12]

    A Makro esteve presente na.

    Quem comprou o Atacadão Makro?

    A Superintendência Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (SG/Cade) aprovou a venda de ativos do Makro Atacadista para o Savegnago e o Paulistão Empreendimentos e Participação, do mesmo grupo. Se não for questionada nos próximos 15 dias por algum concorrente ou conselheiro, aprovação será considerada definitiva.

    A operação consiste na venda dos direitos de propriedade de imóveis e outros ativos e posições contratuais de imóvel locado, referentes a três pontos comerciais de varejo de autosserviço e um posto de combustível, atualmente detidos pelo Makro.

    Os três pontos comerciais de varejo de autosserviço objeto da operação ficam no Estado de São Paulo, em Campinas, Franca e Ribeirão Preto, onde também está localizado o posto de combustível.

    De acordo com o pedido apresentado ao Cade, para o Grupo Savegnago, a operação representa uma oportunidade de expandir sua atuação no comércio atacadista de produtos alimentícios em geral, em especial no canal de atacado, com a nova bandeira de atuação “Paulistão Atacadista”.

    O objetivo é atender a um público diferente, com foco maior em pessoas jurídicas, não competindo diretamente com o consumidor final pessoa física, que já é atendido pela bandeira Savegnago Supermercados, diz o pedido.

    Para o Makro, a operação está inserida no redirecionamento do foco de atuação do Grupo SHV no Brasil, o conglomerado holandês que detém o Makro.

    Em relação ao mercado relevante de postos de combustíveis, a participação de mercado após a operação, ficou bem abaixo de 20%, nos dois cenários testados – postos com e sem bandeira.

    Com relação ao varejo alimentício de autosserviço, a SG indica não haver preocupações concorrenciais em Ribeirão Preto e Campinas. No caso de Franca, a análise da probabilidade de exercício de poder de mercado efetuada pela SG demonstrou que há baixas barreiras à entrada e grau significativo de rivalidade. Por isso, concluiu pela aprovação sem restrições.

    O que aconteceu com o macro?

    No Brasil desde 1972, o grupo atacadista Makro está vendendo lojas e tem agora apenas oito unidades no país. Em 2020, eram 62. A empresa de origem holandesa já foi referência como atacadista, mas não resistiu às mudanças no setor.

    No fim de janeiro, o grupo Makro vendeu 16 lojas e 11 postos de combustível para a rede paranaense Muffato. Três dos imóveis ficam na capital paulista, três na Grande São Paulo e os dez restantes, no interior.

    O Makro pertence à holandesa SHV. A empresa atua em vários segmentos de negócios em todo o mundo, incluindo energia, distribuição, nutrição animal e serviços financeiros. Segundo reportagem do InfoMoney, a atacadista se prepara para deixar o país. Procurada pelo UOL, a empresa não se pronunciou sobre isso.

    Apesar do encolhimento do Makro, o setor atacadista segue forte no Brasil, mas com outro nome. Já faz alguns anos que o setor passou a ser chamado de atacarejo —expressão formada pela junção das palavras “atacado” e “varejo”. Nesse modelo, as compras podem ser feitas tanto em grandes quantidades (atacado) ou em volumes menores (varejo). Os preços para o atacado são mais baixos, mas, por causa do formato, os valores no varejo também são atraentes.

    Modelo atual é diferente do adotado pelo Makro. Por muitos anos, as vendas só eram feitas no atacado e para pessoas jurídicas —ou seja, era preciso ter CNPJ e cadastro para comprar nas lojas da rede holandesa.

    O Makro ficou para trás com o surgimento do atacarejo. Segundo Manoel Lins, sócio da Auddas, empresa de consultoria de gestão, a abertura para o consumidor final é um dos pontos mais importantes para explicar o sucesso dos mercados que vendem tanto no atacado quanto no varejo.

    Em 2022, havia mais de 2.000 lojas desse perfil pelo país, segundo estudo da McKinsey. A fatia do atacarejo no varejo de alimentos foi de 40% no ano passado.

    O Atacadão teve recorde de aberturas em 2022. A empresa, do grupo Carrefour, fechou o ano com 341 lojas. O faturamento bruto no ano passado foi de R$ 74,4 bilhões

    O Assaí Atacadista encerrou o último ano com 263 lojas. Segundo a empresa, o faturamento foi de de R$ 59,7 bilhões em 2022.

    Segundo a Abras (Associação Brasileira de Supermercados), essas são as 10 maiores empresas do setor, incluindo supermercados e atacarejo:

    As empresas que atuam no segmento do atacarejo passaram por um processo de consolidação e expansão nos últimos anos. Por exemplo, a rede Assaí, uma das líderes do setor, comprou vários hipermercados Extra. As unidades do Extra foram convertidas em lojas Assaí.

    O mesmo movimento foi registrado por outras empresas. A rede Muffato vai aproveitar as unidades que comprou do grupo Makro para expandir sua atuação para o estado de São Paulo.

    Há um movimento de fusões e aquisições no setor, o que mostra uma tendência de crescimento. É um mercado que desfruta dos preços baixos para o consumidor, possibilitando compras mais econômicas em alto volume e que atende todos os públicos.

    Manoel Lins, sócio da Auddas.

    Nos últimos meses, surgiram preocu

    O que houve com o Makro?

    Após vender suas lojas para empresas como Grupo Muffato, Savegnago e Grupo Pereira, o Makro Atacadista se despede oficialmente do mercado brasileiro. A rede encerrou as atividades de seu site e publicou, na plataforma e nas redes sociais, um comunicado sobre o fim de sua operação no país. Nas últimas semanas, o Makro já vinha realizando liquidações em suas lojas. Em junho, a rede fechou a venda de três unidades para o Savegnago e uma para o Grupo Pereira. Em janeiro deste ano, também foi selado um acordo com o Grupo Muffato, que adquiriu 16 lojas e 11 postos de combustíveis no estado de São Paulo.

    As transações fazem parte de um processo de desmobilização que o Makro iniciou em 2020, com a venda de 29 pontos de venda para o Grupo Carrefour Brasil, marcando o fim de suas operações fora de São Paulo. Pertencente ao grupo holandês SHV, a bandeira opera em outros três países da América do Sul: Argentina, Colômbia e Venezuela. A rede chegou ao Brasil em 1972, com sua primeira loja instalada no bairro Vila Maria, na capital paulista.

    “Há 50 anos iniciamos nossa jornada no Brasil, e em todos estes anos participamos de sua história, da sua evolução e do seu crescimento. Estivemos sempre ao seu lado e fizemos parte da sua família. Hoje, temos a certeza de ter conquistado um lugar no seu coração. Nossa operação se despede do Brasil deixando nosso agradecimento a todos clientes, fornecedores e colaboradores que juntos fizeram parte desta história.”

    Porque o Makro vai sair do Brasil?

    O Makro está preparando o terreno para dar adeus ao Brasil depois de cinco décadas. Em um movimento já antecipado pelo mercado há pelo menos dois anos, quando a rede repassou 30 lojas para o Atacadão, a empresa agora arquiteta a venda de seus 24 pontos de venda remanescentes no país.

    Para isso, contratou o Santander para encontrar um comprador – a instituição, apesar de apenas ter começado a trabalhar no caso, já avisou toda a concorrência que o negócio está na mesa.

    Ainda nas mãos do grupo holandês SHV, o Makro está presente no Brasil há 50 anos. Até 2020, tinha presença em vários estados.

    Ao se desfazer da maior parte de suas lojas, concentrando-se principalmente em São Paulo, a companhia teria ficado pouco competitiva em relação a gigantes como Atacadão (do grupo francês Carrefour) e Assaí (do também francês Casino). Por isso, o grupo holandês decidiu que é melhor jogar a toalha.

    Segundo fontes ouvidas pelo Estadão, as 24 lojas que ainda restam devem render, no máximo, R$ 2 bilhões à companhia. É um valor parecido com o obtido com o repasse das 30 unidades ao Atacadão, de R$ 1,95 bilhão.

    Enquanto o Makro reduziu sua operação, os grandes atacarejos têm feito fortes movimentos de expansão. Recentemente, cerca de 70 lojas do Extra Hiper, marca que o Grupo Pão de Açúcar desativou, foram incluídas na expansão da bandeira de atacarejo Assaí, que também tem o Casino como controlador.

    Outra razão para o Makro dar adeus à operação no Brasil é o fato de a matriz já ter deixado o negócio de varejo na Europa há mais de 20 anos – a marca ainda existe, mas foi licenciada a um grupo alemão.

    O SHV também já deixou o varejo na Ásia e na África. O outro grande negócio do grupo holandês no país é a Supergasbras, do setor de energia.

    A avaliação do setor é de que o Makro, um dos pioneiros no atacarejo no país, perdeu o bonde da explosão do segmento. Durante muitos anos, só podia comprar na loja quem tivesse o “passaporte” Makro, o que limitava a clientela.

    Mais recentemente, a companhia abriu suas portas para o consumidor final, aceitando cartões de crédito e débito, mas não foi suficiente para recuperar o tempo perdido.

    Em um cenário de inflação, que incentiva a busca de preços menores pelos consumidores, o atacarejo segue com força nos próximos anos. As cerca de 2 mil lojas do modelo no país têm faturamento anual de R$ 230 bilhões, segundo dados da Associação Brasileira dos Atacadistas de Autosserviços (Abaas) e da NielsenIQ.

    Somente no ano passado, o número de lojas de atacarejo no país deu um salto de 26%, segundo as mesmas fontes. Logo, a aposta do mercado financeiro é de que haverá interesse pelos pontos do Makro – pelo preço adequado.

    Procurado, o Santander não se pronunciou, enquanto o Makro disse não comentar rumores de mercado.

    Qual a empresa que comprou o Makro?

    A Superintendência Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (SG/Cade) aprovou a venda de ativos do Makro Atacadista para o Savegnago e o Paulistão Empreendimentos e Participação, do mesmo grupo. Se não for questionada nos próximos 15 dias por algum concorrente ou conselheiro, aprovação será considerada definitiva.

    A operação consiste na venda dos direitos de propriedade de imóveis e outros ativos e posições contratuais de imóvel locado, referentes a três pontos comerciais de varejo de autosserviço e um posto de combustível, atualmente detidos pelo Makro.

    Os três pontos comerciais de varejo de autosserviço objeto da operação ficam no Estado de São Paulo, em Campinas, Franca e Ribeirão Preto, onde também está localizado o posto de combustível.

    De acordo com o pedido apresentado ao Cade, para o Grupo Savegnago, a operação representa uma oportunidade de expandir sua atuação no comércio atacadista de produtos alimentícios em geral, em especial no canal de atacado, com a nova bandeira de atuação “Paulistão Atacadista”.

    O objetivo é atender a um público diferente, com foco maior em pessoas jurídicas, não competindo diretamente com o consumidor final pessoa física, que já é atendido pela bandeira Savegnago Supermercados, diz o pedido.

    Para o Makro, a operação está inserida no redirecionamento do foco de atuação do Grupo SHV no Brasil, o conglomerado holandês que detém o Makro.

    Em relação ao mercado relevante de postos de combustíveis, a participação de mercado após a operação, ficou bem abaixo de 20%, nos dois cenários testados – postos com e sem bandeira.

    Com relação ao varejo alimentício de autosserviço, a SG indica não haver preocupações concorrenciais em Ribeirão Preto e Campinas. No caso de Franca, a análise da probabilidade de exercício de poder de mercado efetuada pela SG demonstrou que há baixas barreiras à entrada e grau significativo de rivalidade. Por isso, concluiu pela aprovação sem restrições.

    Quem comprou o Makro da Vila Maria?

    Em janeiro, a rede varejista Grupo Muffato surpreendeu o mercado com o anúncio de expansão para São Paulo com a compra de 16 lojas e de 11 postos de combustível dentro dos mercados da rede atacadista Makro, que pertence ao grupo holandês SHV.

    A novidade agora é que o acordo foi aprovado pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) e o grupo já começou os projetos que serão implementados, dando início ao processo de montagem de equipes em algumas cidades.

    Fundada em 1974, em Cascavel, no Oeste do Paraná, o Grupo Muffato é hoje a 6ª maior rede do setor e é 100% brasileira. Atua como varejo e atacarejo em 86 unidades distribuídas entre os estados do Paraná e São Paulo, nas cidades de Araçatuba, Fernandópolis, São José do Rio Preto, Ourinhos, Birigui, Catanduva, Votuporanga Presidente Prudente. Em breve, irá abrir uma loja em Assis.

    Com a negociação, o Grupo Muffato entra na capital paulista e amplia sua operação já existente, porém tímida, no interior do estado de São Paulo. Três dos imóveis ficam na capital (Butantã, Interlagos e Lapa), outros três estão na Grande São Paulo (Guarulhos, Santo André e São Bernardo do Campo) e 10 estão no interior, nas cidades de Marília, Piracicaba, Presidente Prudente, São José do Rio Preto, São José dos Campos, Taubaté, Mogi das Cruzes, Campinas e Sorocaba, onde há duas unidades.

    O valor da aquisição não foi revelado. Alguns imóveis possuem postos de combustíveis junto com o mercado e foram comprados pelo Muffato na negociação.

    O Grupo Muffato informou que “o estado de São Paulo tem um grande potencial consumidor e é desejável ampliar a rede na região.” Ainda segundo a nota, o Makro Brasil está concluindo algumas etapas burocráticas para a entrega dos imóveis, “mas tudo tem corrido dentro do previsto.”

    Enquanto isso, o Grupo Muffato segue elaborando os projetos que serão implementados e iniciou o processo de contratação de pessoal em algumas cidades. “Após tomar posse dos imóveis e outros ativos, faremos uma grande reestruturação nos espaços, adequando-os para a instalação e funcionamento da nossa bandeira de atacarejo, o Max Atacadista”, informa.

    A expectativa do Grupo é que a operação comece ainda neste ano na maioria das cidades, especialmente no interior de São Paulo. Além do varejo e atacarejo, a companhia tem atacados, shoppings e postos de combustíveis. A bandeira de varejo da empresa é o Super Muffato e o atacarejo é o Max Atacadista.

    VÁRIAS TENTATIVAS

    Segundo Glerton Reis Jr, economista e sócio fundador da A&G Assessoria Empresarial & Tributária, essa não é a primeira vez que o Muffato tenta comprar o Makro para aumentar sua presença em São Paulo. Em outras negociações, o alto valor pedido pelo Makro e passivos trabalhistas inviabilizaram a venda.

    Reis avalia como excelente a compra do Makro pelo Muffato. “O interior paulista é o maior mercado consumidor per capita do Brasil e agora a companhia passa a ter um expoente do target market no Sudeste, já que no Sul – principalmente no Paraná – já é muito forte”.

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