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    Avalista

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    Qual é a função de um avalista?

    Quer saber a diferença entre empréstimo com avalista ou com fiador? Então você está no lugar certo. Nesta matéria, você encontra tudo sobre essas duas formas de oferecer garantias para o seu empréstimo.

    Empréstimos são operações de crédito em que uma pessoa ou empresa recebe uma quantia em dinheiro, com o compromisso de pagar no futuro o valor ofertado – acrescido de juros e encargos. Eles podem ocorrer em várias modalidades, como empréstimo pessoal, empréstimo com garantia, empréstimo consignado, etc.

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    Tal atividade tem crescido cada vez mais no Brasil. Nos últimos dez anos, o total de recursos oferecidos em crédito no Brasil passou de 1,8 trilhão de reais para 3,1 trilhões de reais, de acordo com estimativas da Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac).

    Só que em época de taxa de juros alta, os credores passam a ter mais cuidado para avaliar o crédito. Consequentemente, é preciso oferecer uma garantia para conseguir o empréstimo com taxas mais acessíveis. Essas garantias podem ser um imóvel, veículo ou o salário, no caso do consignado. Dentro dessas garantias também existe a figura do avalista ou fiador para empréstimo e é sobre ela que iremos tratar nesse conteúdo.

    Para entender um pouco mais sobre esse universo, confira os tópicos dessa matéria:

    • O fiador é a pessoa que se torna responsável pelo crédito caso o contratante do serviço financeiro não realize o pagamento combinado com o credor.
    • O avalista é a pessoa que se torna responsável pelo crédito caso o contratante do serviço financeiro não realize o pagamento combinado com o credor.

    Qualquer pessoa indicada pelo tomador de crédito, não é necessário ter um grau de parentesco com o devedor. As restrições estão ligadas a:

    Qualquer pessoa que atenda essas condições pode ser seu avalista.

    No caso do empréstimo com garantia, o avalista deve ser uma pessoa de primeiro grau – pai, mãe ou cônjuge -, que aceite somar a renda e/ou ser responsável pelo pagamento das parcelas. Essa opção é aceita pelas empresas que cedem o crédito, pois o avalista é uma espécie de garantia de que a dívida será paga.

    O que é ser avalista de alguém?

    Quando você precisa de empréstimo ou financiamento, é muito comum que o gerente do banco peça para incluir um avalista ou fiador. Mesmo que tenha uma análise aprofundada sobre o seu histórico de pagamentos, além do seu relacionamento com o banco, é preciso incluir algumas garantias. Às vezes, as garantias são feitas por hipoteca ou alienação dos seus bens, mas também podem ser por terceiros, como o avalista. Isso acontece porque o banco precisa de garantias para receber o dinheiro emprestado para o devedor principal – a pessoa que pegou o empréstimo.

    Avalista é uma pessoa que aceita ser responsável pelo pagamento do empréstimo ou financiamento realizado por outra pessoa. Em resumo, o avalista é o garantidor da dívida. Então, se o devedor principal não pagar o empréstimo ou financiamento, é o avalista que será o responsável pelo pagamento.

    Na hora de assinar o contrato, é claro que para o devedor e para o avalista gera muita burocracia, além de causar muitos problemas se a dívida não for paga… Mas essa é uma forma de garantia que existe para trazer mais segurança aos bancos, financeiras e cooperativas, para que essas instituições financeiras não fiquem no prejuízo.

    Se houver problemas no pagamento, como atrasos e inadimplências, o avalista também é responsável para quitar a dívida ou cobrir atrasos. Assim, o avalista pode ser acionado caso o avalizado (o devedor principal) atrase os pagamentos ou deixe a dívida em aberto.

    Ou seja, em razão de o avalista ser o garantidor da dívida, ele assume o risco de pagar a dívida caso o devedor principal não pague. Por isso, tome bastante cuidado antes de se tornar avalista de alguém, porque você pode ter muitos problemas, como negativação, dívidas no seu nome e cobranças judiciais.

    O aval não é um contrato e nem um documento extra… Aval é apenas a assinatura do avalista em um título ou contrato de crédito, acompanhada do termo “por aval” ou “em garantia”. O aval é o ato que declara a vontade do avalista quando ele se coloca como corresponsável pelo pagamento do empréstimo.

    Não é permitido que o aval ocorra em documento a parte do título ou do contrato. O aval deve constar no próprio título ou no verso. O avalista não precisa ter nenhuma relação de parentesco ou amizade com o devedor principal.

    Em geral, para ser avalista de um empréstimo ou financiamento, é preciso cumprir os seguintes critérios:

    • Ter capacidade financeira para arcar com a dívida caso o devedor principal não pague;
    • Ter uma boa relação com a instituição financeira;
    • Apresentar documentos que comprovem sua identidade e situação financeira.

    No entanto, podem existir outras regras e exigências, porque as instituições financeiras têm liberdade para criar suas normas internas.

    É comum o banco pedir os seguintes documentos:

    • Documento de identidade;
    • Comprovante de residência;
    • Comprovante de renda;
    • Comprovante de estado civil;

    Pode haver outros documentos e, em alguns créditos e valores, pode ser exigida a comprovação de bens, como veículos, terrenos, imóveis, etc. Nesse caso, é feita a análise de crédito do avalista e ele também precisa assinar o contrato de empréstimo ou financiamento.

    Se o avalista for casado ou em união estável, o seu cônjuge também precisa assinar o contrato, depois de passar pela análise de crédito.

    Em geral, quando uma pessoa vai fazer um empréstimo.

    O que seria um avalista?

    Quando você vai fazer a proposta de locação de um imóvel, é normal ser exigido algum tipo de garantia. Uma delas é o fiador, e muitos erroneamente também dizem que existe a figura do avalista no aluguel. Essa confusão é compreensível: tanto o avalista quanto o fiador são garantidores de crédito, mas há muitas diferenças entre fiança e aval. Quer entender melhor e evitar fazer essa confusão? Explicaremos melhor a seguir!

    Segundo o advogado especialista em Direito Imobiliário, o avalista, de forma geral, é uma pessoa que se compromete a assumir débito específico de um outro indivíduo (avalizado), caso este se torne inadimplente. Em caso de empréstimo ou de financiamento, ele aparece e assume a responsabilidade pelo título de crédito. Os títulos de crédito são documentos que representam dívidas. Um título de crédito muito conhecido é o cheque. Outros, mais antigos e menos utilizados atualmente, são a Nota Promissória, a Letra de Câmbio, a Duplicata e a Cédula de Crédito Bancário.

    Se você fizer um empréstimo em um banco, pode ser que a instituição financeira exija uma forma de garantia do crédito. Essa garantia é a forma do banco se proteger caso você não pague o empréstimo. O avalista é uma dessas opções.

    O papel de um avalista, em qualquer operação, é garantir o crédito. Isso significa assegurar a liquidação da dívida ou a cobertura de um atraso no pagamento. Por isso, ele pode ser acionado se o devedor deixar a dívida em aberto ou demorar para fazer uma quitação.

    De modo geral, o avalista tem a mesma responsabilidade do devedor principal. Por isso, essa figura existe em diferentes situações. Por exemplo, em empréstimos, financiamentos e até na compra e venda de imóveis.

    Até então, parece muito com a figura do fiador de aluguel, não é? Se o inquilino não paga o aluguel, o proprietário tem direito a cobrar o fiador. Os institutos, como pode ver, são bem parecidos. Qual é, então, a diferença?

    “As figuras do avalista e do fiador são bastante confundidas na prática, na medida em que ambas são figuras garantidoras de pagamento em relação a um débito de outrem. Contudo, é importante esclarecer que o aval e a fiança não são sinônimos, pois possuem importantes diferenças”.

    A seguir, confira as principais diferenças entre avalista e fiador:

    A primeira diferença entre fiança e aval fica no local em que são feitas. O aval deve ser assinado no próprio título, enquanto a fiança pode ser feita em contrato separado.
    Esse ponto já indica outra diferença referente ao local: o aval é feito em títulos de crédito, e a fiança se dá em contratos. Entendemos que esse conceito parece muito técnico, mas ele é importante para entender as demais distinções.
    O fiador pode assumir todas as obrigações referentes ao contrato, inclusive despesas judiciais decorrentes.

    Qual o risco de ser um avalista?

    Uma das maiores dificuldades de quem precisa conseguir um financiamento maior, seja para a compra de um imóvel, aluguel ou investimento em ativos, é o de garantir que aquele crédito concedido será pago no tempo estipulado. Algumas vezes é preciso recorrer a alguém externo que possa te ajudar a validar essa segurança financeira. A mais conhecida é o fiador, porém, também há o avalista. Vêm conhecer o papel de cada um!

    O avalista é responsável por assumir a obrigação de pagamento de uma dívida caso o devedor principal não a cumpra. Ele atua como um coobrigado solidário, garantindo o pagamento da dívida com seus próprios recursos.

    Basicamente, ele é um garantidor de crédito. Em caso de inadimplência, ele se responsabiliza pelo pagamento da dívida de outra pessoa.

    O avalista concede o aval por meio de sua assinatura no contrato, declarando que está apto a assumir a responsabilidade em caso de atraso ou não quitação do valor concedido. Ou seja, basicamente, ele é um garantidor de crédito. Em caso de inadimplência, ele se responsabiliza pelo pagamento da dívida de outra pessoa.

    De acordo com o CEO, qualquer pessoa pode ser um avalista, porém, é obrigatório ser maior de idade (ter 18 anos ou mais), ter renda suficiente para arcar com o pagamento da dívida, se necessário, e possuir um bom histórico de crédito, o famoso “bom pagador”. Ter grau de parentesco não é obrigatório.

    Assim como o avalista, o fiador é a pessoa, maior de 18 anos, que se compromete a garantir o cumprimento da obrigação de pagamento de uma dívida. A diferença entre ele e o avalista está na forma como se dá sua responsabilidade, que é subsidiária.

    Isso significa que o fiador só é acionado após o esgotamento das tentativas de cobrança do devedor principal. Enquanto o avalista assume a dívida como um coobrigado solidário desde o início, o fiador só será acionado se o devedor principal não honrar sua obrigação após todas as tentativas de cobrança.

    Tanto o avalista quanto o fiador são utilizados em situações onde há a necessidade de garantia de pagamento em um contrato.

    O avalista é mais comum em notas promissórias e letras de câmbio, enquanto o fiador é frequentemente usado em contratos de aluguel e empréstimos bancários.

    Ambos assumem a responsabilidade de pagar a dívida caso o devedor principal não o faça, mas existem diferenças sutis entre os dois papeis.

    Para Motta, quando a responsabilidade é solidária (avalista), o débito pode ser exigido tanto do devedor principal quanto do devedor solidário, sem necessidade de ser respeitada nenhuma ordem.

    Mas no caso da responsabilidade subsidiária (fiador), primeiro é necessário cobrar o devedor principal de todas as formas possíveis para, apenas após esgotados todos os meios e tentativas de executá-lo, acionar o responsável subsidiário.

    Em caso de inadimplência, o avalista pode ser contatado a qualquer momento, até mesmo antes do devedor. Não pode ter bens de família p.

    Qual é a diferença entre avalista e fiador?

    Quer saber a diferença entre empréstimo com avalista ou com fiador? Então você está no lugar certo. Nesta matéria, você encontra tudo sobre essas duas formas de oferecer garantias para o seu empréstimo.

    Empréstimos são operações de crédito em que uma pessoa ou empresa recebe uma quantia em dinheiro, com o compromisso de pagar no futuro o valor ofertado – acrescido de juros e encargos. Eles podem ocorrer em várias modalidades, como empréstimo pessoal, empréstimo com garantia, empréstimo consignado, etc.

    Precisando de crédito para realizar seus objetivos? Use seu carro ou imóvel para ter crédito rápido e seguro com juros a partir de 1,09% ao mês +IPCA e até 240 meses para pagar. Simule agora

    Tal atividade tem crescido cada vez mais no Brasil. Nos últimos dez anos, o total de recursos oferecidos em crédito no Brasil passou de 1,8 trilhão de reais para 3,1 trilhões de reais, de acordo com estimativas da Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac).

    Só que em época de taxa de juros alta, os credores passam a ter mais cuidado para avaliar o crédito. Consequentemente, é preciso oferecer uma garantia para conseguir o empréstimo com taxas mais acessíveis. Essas garantias podem ser um imóvel, veículo ou o salário, no caso do consignado. Dentro dessas garantias também existe a figura do avalista ou fiador para empréstimo e é sobre ela que iremos tratar nesse conteúdo.

    Fiador

    O fiador é a pessoa que se torna responsável pelo crédito caso o contratante do serviço financeiro não realize o pagamento combinado com o credor. Ele assina no contrato ou em um documento a parte e, no caso da execução da dívida, só é contratado a partir do momento que todas as possibilidades de quem tomou o crédito pagar.

    A pessoa que se tornou fiadora é responsável pelo valor total do contrato, ou seja, o valor de face mais a incidência de juros e encargos.

    Tipos de fiador:

    • Fiador convencional
    • Fiador solidário

    Avalista

    O avalista é a pessoa que se torna responsável pelo crédito caso o contratante do serviço financeiro não realize o pagamento combinado com o credor. Ele assina o título de crédito e, no caso da execução da dívida, ele pode ser acionado no mesmo momento de quem tomou o crédito.

    A pessoa que se tornou avalista é responsável apenas pelo pagamento do valor de face do título de crédito sem a cobrança de juros ou encargos decorrentes de atrasos no pagamento.

    Qualquer pessoa indicada pelo tomador de crédito, não é necessário ter um grau de parentesco com o devedor. As restrições estão ligadas a:

    Qualquer pessoa que atenda essas condições pode ser seu avalista.

    No caso do empréstimo com garantia, o avalista deve ser uma pessoa de primeiro grau – pai, mãe ou cônjuge -, que aceite somar a renda e/ou ser responsável pelo pagamento das parcelas. Essa opção é aceita pelas empresas que cedem o crédito, pois o avalista é uma espécie de garantia de que a dívida será paga. “É possível, sim. Afinal, é mais uma certificação de que a pessoa con”.

    O que é ser avalista de uma pessoa?

    De acordo com o Código Civil (Lei 10.406/2002), o aval é algo simples de ser dado em títulos de crédito. O artigo 898 diz que o aval deve ser dado no verso ou no anverso do próprio título. E “para a validade do aval, dado no anverso do título, é suficiente a simples assinatura do avalista”.

    Na prática, quando um contrato de crédito precisa de um avalista, a instituição financeira informa essa necessidade para o tomador do crédito e solicita uma série de documentos. Ao encontrar uma pessoa que aceite esse papel, deve-se reunir os documentos do tomador de crédito e do avalista e entregar para a análise do banco. Após a aprovação dos dois perfis, é necessário que as duas pessoas leiam a proposta de crédito e, se concordarem, assinem o contrato.

    A partir desse momento, o crédito é concedido e, caso o tomador deixe de pagar, o avalista se torna automaticamente responsável pela quitação do débito. No entanto, segundo o Código Civil, “pagando o título, tem o avalista ação de regresso contra o seu avalizado e demais coobrigados anteriores”. Isso quer dizer que, caso precise mesmo quitar a dívida, o avalista pode cobrar o avalizado, até mesmo por meio de ação judicial.

    Qual o risco de ser um avalista?

    Uma das maiores dificuldades de quem precisa conseguir um financiamento maior, seja para a compra de um imóvel, aluguel ou investimento em ativos, é o de garantir que aquele crédito concedido será pago no tempo estipulado. Algumas vezes é preciso recorrer a alguém externo que possa te ajudar a validar essa segurança financeira. A mais conhecida é o fiador, porém, também há o avalista. Vêm conhecer o papel de cada um!

    O avalista é responsável por assumir a obrigação de pagamento de uma dívida caso o devedor principal não a cumpra. Ele atua como um coobrigado solidário, garantindo o pagamento da dívida com seus próprios recursos.

    Basicamente, ele é um garantidor de crédito. Em caso de inadimplência, ele se responsabiliza pelo pagamento da dívida de outra pessoa.

    O avalista concede o aval por meio de sua assinatura no contrato, declarando que está apto a assumir a responsabilidade em caso de atraso ou não quitação do valor concedido. Ou seja, basicamente, ele é um garantidor de crédito. Em caso de inadimplência, ele se responsabiliza pelo pagamento da dívida de outra pessoa.

    De acordo com o CEO, qualquer pessoa pode ser um avalista, porém, é obrigatório ser maior de idade (ter 18 anos ou mais), ter renda suficiente para arcar com o pagamento da dívida, se necessário, e possuir um bom histórico de crédito, o famoso “bom pagador”. Ter grau de parentesco não é obrigatório.

    Assim como o avalista, o fiador é a pessoa, maior de 18 anos, que se compromete a garantir o cumprimento da obrigação de pagamento de uma dívida. A diferença entre ele e o avalista está na forma como se dá sua responsabilidade, que é subsidiária.

    Isso significa que o fiador só é acionado após o esgotamento das tentativas de cobrança do devedor principal. Enquanto o avalista assume a dívida como um coobrigado solidário desde o início, o fiador só será acionado se o devedor principal não honrar sua obrigação após todas as tentativas de cobrança.

    Tanto o avalista quanto o fiador são utilizados em situações onde há a necessidade de garantia de pagamento em um contrato.

    O avalista é mais comum em notas promissórias e letras de câmbio, enquanto o fiador é frequentemente usado em contratos de aluguel e empréstimos bancários.

    Ambos assumem a responsabilidade de pagar a dívida caso o devedor principal não o faça, mas existem diferenças sutis entre os dois papeis.

    Para Motta, quando a responsabilidade é solidária (avalista), o débito pode ser exigido tanto do devedor principal quanto do devedor solidário, sem necessidade de ser respeitada nenhuma ordem.

    Mas no caso da responsabilidade subsidiária (fiador), primeiro é necessário cobrar o devedor principal de todas as formas possíveis para, apenas após esgotados todos os meios e tentativas de executá-lo, acionar o responsável subsidiário.

    Em caso de inadimplência, o avalista pode ser contatado a qualquer momento, até mesmo antes do devedor. Não pode ter bens de família protegidos.

    O que é melhor aval ou fiança?

    O aval não admite benefício de ordem, razão pela qual o avalista pode ser acionado juntamente com o avalizado (responsabilidade solidária). Já a fiança admite o benefício de ordem, o que assegura ao fiador a prerrogativa de somente ser acionado após o afiançado. A responsabilidade do fiador é, portanto, subsidiária.

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