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    Aposentadoria especial telefonista

    aposentadoria especial telefonista

    Quem trabalha com telecomunicações tem direito a aposentadoria especial?

    Cabista e técnico de telecomunicações têm direito a aposentadoria especial, desde que comprovem a exposição a eletricidade acima de 250 volts. Conforme já mencionado em diversos textos sobre a aposentadoria especial da área elétrica, o que deve ser comprovado é a exposição a agentes prejudiciais à saúde ou integridade física. E tais funções, em decorrência de como exercem o trabalho, pode garantir a contagem diferenciada.

    Com isso, para te ajudar a entender sobre o seu caso, separamos os seguintes assuntos:

    • Como de costume, nos siga nas redes sociais (só pesquisar Advocacia Lucas Tubino) e se inscreva no nosso canal do YouTube.
    • Não se esqueça, quando o assunto for INSS sempre procure o apoio de um advogado previdenciário.

    Bom, agora podemos partir para nosso assunto, o qual é de extrema importância!

    Primeiramente, a aposentadoria especial é um benefício do INSS, sendo reconhecido quando o trabalhador demonstra que se expôs a agentes que causam prejuízo à sua saúde ou integridade física. Dessa maneira, o trabalhador tem um primeiro e importante passo a ser feito: COMPROVAR ESSA EXPOSIÇÃO A AGENTES PREJUDICIAIS.

    Igualmente às demais aposentadorias programadas, é necessário um tempo mínimo de contribuição nessas condições. E é aí que reside um corte no tempo, para os trabalhadores com insalubridade ou periculosidade. Isso pelo fato de que a aposentadoria especial da área elétrica mudou em 13/11/2019. Mudou no sentido de cálculo do valor do benefício, e uma idade mínima.

    Isso iremos mostrar em um tópico próprio.

    Portanto, cambistas e técnico de telecomunicações têm direito a aposentadoria especial desde que, demonstrem efetivamente a exposição a eletricidade acima de 250 volts, ou o risco do perigo a sua integridade física, por pelo menos 25 anos.

    Saiba que a eletricidade acima de 250 volts deve ser comprovada por todo o período de trabalho, e pelo tempo referente a aposentadoria, e pode estar somada a outros agentes de risco, como ruído, produtos químicos, vigilante, etc.

    Inclusive sugiro que leiam o nosso texto: COMO ESTÁ A APOSENTADORIA ESPECIAL DA ÁREA ELÉTRICA EM 2023?

    Nesse texto você saberá todas as provas, e alterações do benefício. Esse é um dos principais assuntos do momento, inclusive por ser razoavelmente recente, e por estar no “estouro” de uma nova lei para a área elétrica. Sim, estamos falando da Reforma da Previdência Social e do PL 245/2019.

    A Reforma da Previdência já está valendo desde o dia 13/11/2019, e trouxe mudanças significativas para alguns requisitos da aposentadoria especial da área elétrica para o cabista e técnico de telecomunicações.

    A fim de deixar mais didático, vou separar em tópicos:

    Existe uma grande diferença antes e depois da Reforma da Previdência, sobre a impossibilidade de se transformar o tempo especial e comum. Aquele aumento no tempo de contribuição de 40% para o homem, e 20% para a mulher. Então, utilizar dessa transformação pode ser vantajoso para se atingir o direito adquirido da aposentadoria comum.

    Não deixem de ler.

    Quais profissionais têm direito a aposentadoria especial de 25 anos?

    A aposentadoria especial é uma modalidade de aposentadoria que possibilita ao trabalhador o afastamento da sua atividade mais cedo do que uma aposentadoria comum. Isso decorre do tipo do trabalho exercido pelo indivíduo, que pode ser classificado como atividade especial. No artigo abaixo, te explico melhor como funciona esse tipo de benefício previdenciário.

    A aposentadoria especial é um tipo de aposentadoria existente no Brasil pela qual o trabalhador pode vir a se aposentar mais cedo e com um valor maior. Esta aposentadoria pode se dar em razão da profissão, do ambiente em que é trabalhado e de quais agentes insalubres você é exposto (ruído, calor, frio, agentes químicos etc.), permitindo que o trabalhador se afaste mais cedo para preservar sua vida e sua saúde. Neste artigo, vamos mostrar as principais profissões com direito a esse benefício, mas antes, precisamos conversar um pouco sobre como ele funciona e alguns detalhes importantes.

    A aposentadoria especial é um benefício do INSS destinado aos trabalhadores que exercem suas atividades expostos à agentes nocivos, prejudiciais à saúde, que podem ser físicos, químicos ou biológicos ou, ainda, profissões que geram risco de morte, tais como o vigia/vigilante e quem trabalha com eletricidade de alta tensão. Ou seja, pessoas que trabalham com insalubridade ou periculosidade tem requisitos mais brandos da aposentadoria e podem se afastar mais cedo do mercado de trabalho, desde que cumpra alguns requisitos.

    Por exemplo, são condições especiais as atividades que expõem o trabalhador ao carvão mineral, chumbo, cromo, ruído acima do nível de tolerância, sílica, níquel, mercúrio, iodo, fósforo, petróleo, micro-organismos e parasitas infecciosos e suas toxinas, radiações ionizantes entre outros materiais.

    O ponto chave desse benefício é a forma de comprovação dessa exposição, que pode ser por enquadramento ou por efetiva exposição, daí porque esta conversa inicial, pois é a partir disso que podemos afirmar em uma possível tabela de profissões com direito à aposentadoria especial.

    Existe uma data que é divisora na aposentadoria especial: 29/04/1995. Inicialmente, a aposentadoria especial era garantida para determinadas profissões, que foram tabeladas no Decreto 53.831/61 e Decreto 83.080/79, pelas quais bastava trabalhar por 15, 20 ou 25 anos de tempo de contribuição para consegui-la. Logo, um cobrador de ônibus poderia facilmente conseguir a aposentadoria mais cedo, pois precisava apenas que a respectiva profissão estivesse anotada em sua carteira de trabalho.

    Essa forma de comprovação da atividade especial é conhecida como enquadramento, que presume a exposição do trabalhador a um agente insalubre. No caso dos cobradores, pode ser o ruído alto da cidade e do motor do veículo, bem como a trepidação das ruas esburacadas. Esse meio de comprovação gerava algumas distorções para a previdência, pois haviam trabalhadores que…

    Quanto tempo para se aposentar em call center?

    O tempo de trabalho em efetiva atividade de teleatendimento/ telemarketing, nele incluídas as pausas, sem prejuízo da remuneração é de, no máximo: 06 (seis) horas diárias; 36 (trinta e seis) horas semanais.

    A seguir, está uma lista das 67 profissões que oferecem o direito de se aposentar mais cedo: 55 anos de idade + 15 anos de atividade especial, para os trabalhos e profissões mais perigosas. 58 anos de idade + 20 anos de atividade especial, para as atividades de médio risco. 60 anos de idade + 25 anos de atividade especial, para as atividades menos perigosas.

    Ou seja, são considerados apenas os serviços de SAC, ouvidoria e centrais de atendimento. 25 anos de atividade especial

    A remuneração variável de Atendente De Telemarketing em Brasil é de R$ 1.689, variando entre R$ 184 e R$ 3.942.

    A média salarial de Operador De Call Center é de R$ 5.952 por mês nessa localidade (Brasil). A remuneração variável de Operador De Call Center em Brasil é de R$ 4.740, variando entre R$ 1.200 e R$ 18.043.

    Quais as atividades que dão direito a aposentadoria especial?

    Até meados dos anos 90, existiu uma tabela de profissões consideradas insalubres pelo INSS. Quem atuou nessas atividades até 28/04/1995 tem, até hoje, maior facilidade para comprovar o tempo de contribuição e obter os benefícios da aposentadoria especial. Depois deste marco, a lista serve apenas como uma referência, devendo-se comprovar por meio de documentos como PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário) e LTCAT (Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho) que o contribuinte exerce uma atividade insalubre.

    Para requerer a Aposentadoria Especial o trabalhador deverá comprovar o exercício do trabalho em condições insalubres ou periculosas expostas aos agentes químicos, físicos ou biológicos por 15, 20 ou 25 anos.

    Regras especiais de aposentadoria para o trabalhador que exerceu atividade especial por 25 anos ininterruptos. Observe que é necessário que ter trabalhado efetivamente por, no mínimo, 180 meses desse período, e períodos de auxílio-doença, por exemplo, não são considerados para cumprir este requisito.

    Além do tempo de contribuição, depois da Reforma da Previdência é necessário uma idade mínima, mas quem atuava em atividade especial antes da reforma, ainda pode requerer a aposentadoria especial pelas regras antigas. Baixe gratuitamente nosso e-book para confira as regras de transição da aposentadoria especial e outros benefícios do INSS. A idade mínima para atividade especial de 25 anos é 60 anos, tanto para homens quanto para mulheres.

    Mesmas regras da aposentadoria especial com 25 anos de profissão, porém, com a reforma da previdência, aplica-se a idade mínima para atividade especial de 20 anos, que é 58 anos.

    Mesmas regras da aposentadoria especial com 25 anos de profissão, porém, com a reforma da previdência, aplica-se a idade mínima para atividade especial de 20 anos, que é 55 anos.

    Qual o tempo de serviço para telefonista se aposentar?

    A aposentadoria para telefonistas e telemarketing sofreu inúmeras mudanças ao longo da história. Mas existe algo que não mudou no imaginário popular: que os telefonistas só servem para ligar fazendo cobranças ou oferecendo um serviço. Mas isso não é verdade. Poucas pessoas conhecem o desgaste físico, emocional e psicológico que essa atividade gera aos telefonistas. Por isso, a lei olha para essa atividade com um olhar atencioso, trazendo alguns requisitos diferentes e, dando a possibilidade de enquadrar essa atividade como especial, fazendo com que a aposentadoria seja ainda mais benéfica, através da aposentadoria especial.

    Por conta de tudo isso, preparamos esse artigo em que você poderá descobrir tudo o que precisa sobre a aposentadoria dos telefonistas. Aqui você verá:

    • A década de 90 marcou uma importante mudança para quem trabalhava como telefonista que impactou de maneira gigante a aposentadoria desses profissionais.
    • É importante começar a analisar a aposentadoria dos telefonistas a partir dessa década. Em primeiro lugar para entender essa mudança e em segundo lugar porque podem existir pessoas que se beneficiarão com o que for explicado aqui.

    Em 1964 o Decreto nº 53.831 colocou a profissão de telefonista no rol das atividades especiais, fazendo com que bastasse o registro em carteira como telefonista para ter o direito à aposentadoria especial assegurado. Essa profissão foi assim considerada por conta do alto grau de estresse psicológico e desgaste emocional que os telefonistas e operadores de telemarketing estão expostos.

    Assim, se você trabalhou como telefonista antes de 1995, o simples registro em sua carteira faz com que sua atividade seja considerada especial, podendo usar esse período contributivo para o cálculo da sua aposentadoria.

    Se você atingiu 25 anos de contribuição antes de 13/10/1996 poderá requerer a sua aposentadoria e receber o seu salário integral. Se você não completou os 25 anos de atividade até 13/10/1996, poderá converter esse tempo de atividade especial em tempo comum. Nessa conversão, o homem ganha 40% a mais e a mulher 20%. No caso, cada ano de atividade especial é convertido em 1 ano e 4 meses para homens e 1 ano e 2 meses para mulheres, aproximadamente.

    Se você começou a trabalhar como telefonista depois de 1995, você está vinculado à regra geral da Previdência Social. Isso porque após esse ano apenas o registro em carteira como telefonista não é suficiente para que você seja enquadrado em atividade especial.

    A partir de abril de 1995, é preciso que você comprove por meio de um laudo técnico que está exposto a agentes que causam prejuízos à saúde. Esse laudo hoje é conhecido como Perfil Profissiográfico Previdenciário. Nele consta a descrição da sua atividade e todos os agentes insalubres aos quais você está exposto, indicando inclusive o nível de exposição a eles.

    São comuns os casos de trabalhadores que exercem funções semelhantes à de um telefonista, porém são registrados na CTPS com outras nomenclaturas para o cargo, como por exemplo.

    Quanto tempo de call center aposenta?

    O tempo de trabalho em efetiva atividade de teleatendimento/ telemarketing, nele incluídas as pausas, sem prejuízo da remuneração é de, no máximo:

    06 (seis) horas diárias; 36 (trinta e seis) horas semanais.

    A seguir, está uma lista das 67 profissões que oferecem o direito de se aposentar mais cedo:

    • 55 anos de idade + 15 anos de atividade especial, para os trabalhos e profissões mais perigosas.
    • 58 anos de idade + 20 anos de atividade especial, para as atividades de médio risco.
    • 60 anos de idade + 25 anos de atividade especial, para as atividades menos perigosas.

    Ou seja, são considerados apenas os serviços de SAC, ouvidoria e centrais de atendimento. 25 anos de atividade especial

    A remuneração variável de Atendente De Telemarketing em Brasil é de R$ 1.689, variando entre R$ 184 e R$ 3.942.

    A média salarial de Operador De Call Center é de R$ 5.952 por mês nessa localidade (Brasil).

    A remuneração variável de Operador De Call Center em Brasil é de R$ 4.740, variando entre R$ 1.200 e R$ 18.043.

    Quais profissionais têm direito a aposentadoria especial de 25 anos?

    A aposentadoria especial é uma modalidade de aposentadoria que possibilita ao trabalhador o afastamento da sua atividade mais cedo do que uma aposentadoria comum. Isso decorre do tipo do trabalho exercido pelo indivíduo, que pode ser classificado como atividade especial. No artigo abaixo, te explico melhor como funciona esse tipo de benefício previdenciário.

    A aposentadoria especial é um tipo de aposentadoria existente no Brasil pela qual o trabalhador pode vir a se aposentar mais cedo e com um valor maior. Esta aposentadoria pode se dar em razão da profissão, do ambiente em que é trabalhado e de quais agentes insalubres você é exposto (ruído, calor, frio, agentes químicos etc.), permitindo que o trabalhador se afaste mais cedo para preservar sua vida e sua saúde.

    Neste artigo, vamos mostrar as principais profissões com direito a esse benefício, mas antes, precisamos conversar um pouco sobre como ele funciona e alguns detalhes importantes.

    A aposentadoria especial é um benefício do INSS destinado aos trabalhadores que exercem suas atividades expostos à agentes nocivos, prejudiciais à saúde, que podem ser físicos, químicos ou biológicos ou, ainda, profissões que geram risco de morte, tais como o vigia/vigilante e quem trabalha com eletricidade de alta tensão. Ou seja, pessoas que trabalham com insalubridade ou periculosidade tem requisitos mais brandos da aposentadoria e podem se afastar mais cedo do mercado de trabalho, desde que cumpra alguns requisitos.

    Por exemplo, são condições especiais as atividades que expõem o trabalhador ao carvão mineral, chumbo, cromo, ruído acima do nível de tolerância, sílica, níquel, mercúrio, iodo, fósforo, petróleo, micro-organismos e parasitas infecciosos e suas toxinas, radiações ionizantes entre outros materiais.

    O ponto chave desse benefício é a forma de comprovação dessa exposição, que pode ser por enquadramento ou por efetiva exposição, daí porque esta conversa inicial, pois é a partir disso que podemos afirmar em uma possível tabela de profissões com direito à aposentadoria especial.

    Existe uma data que é divisora na aposentadoria especial: 29/04/1995. Inicialmente, a aposentadoria especial era garantida para determinadas profissões, que foram tabeladas no Decreto 53.831/61 e Decreto 83.080/79, pelas quais bastava trabalhar por 15, 20 ou 25 anos de tempo de contribuição para consegui-la.

    Logo, um cobrador de ônibus poderia facilmente conseguir a aposentadoria mais cedo, pois precisava apenas que a respectiva profissão estivesse anotada em sua carteira de trabalho.

    Essa forma de comprovação da atividade especial é conhecida como enquadramento, que presume a exposição do trabalhador a um agente insalubre. No caso dos cobradores, pode ser o ruído alto da cidade e do motor do veículo, bem como a trepidação das ruas esburacadas.

    Esse meio de comprovação gerava algumas distorções para a previdência, pois haviam trabalhadores que…

    Quais as atividades que dão direito a aposentadoria especial?

    Até meados dos anos 90, existiu uma tabela de profissões consideradas insalubres pelo INSS. Quem atuou nessas atividades até 28/04/1995 tem, até hoje, maior facilidade para comprovar o tempo de contribuição e obter os benefícios da aposentadoria especial. Depois deste marco, a lista serve apenas como uma referência, devendo-se comprovar por meio de documentos como PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário) e LTCAT (Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho) que o contribuinte exerce uma atividade insalubre.

    Para requerer a Aposentadoria Especial o trabalhador deverá comprovar o exercício do trabalho em condições insalubres ou periculosas expostas aos agentes químicos, físicos ou biológicos por 15, 20 ou 25 anos.

    Regras especiais de aposentadoria para o trabalhador que exerceu atividade especial por 25 anos ininterruptos. Observe que é necessário que ter trabalhado efetivamente por, no mínimo, 180 meses desse período, e períodos de auxílio-doença, por exemplo, não são considerados para cumprir este requisito.

    Além do tempo de contribuição, depois da Reforma da Previdência é necessário uma idade mínima, mas quem atuava em atividade especial antes da reforma, ainda pode requerer a aposentadoria especial pelas regras antigas. Baixe gratuitamente nosso e-book para confira as regras de transição da aposentadoria especial e outros benefícios do INSS. A idade mínima para atividade especial de 25 anos é 60 anos, tanto para homens quanto para mulheres.

    Mesmas regras da aposentadoria especial com 25 anos de profissão, porém, com a reforma da previdência, aplica-se a idade mínima para atividade especial de 20 anos, que é 58 anos.

    Mesmas regras da aposentadoria especial com 25 anos de profissão, porém, com a reforma da previdência, aplica-se a idade mínima para atividade especial de 20 anos, que é 55 anos.

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