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    Advogado para processar a bradesco

    Advogado para processar a Bradesco

    Como entrar na Justiça contra o Banco Bradesco?

    Saiba como resolver problemas com o Banco Bradesco. Bradesco é um banco brasileiro fundado em 10 de março de 1943 na cidade de Marília, interior de São Paulo, por Amador Aguiar. Foi criado com o nome Banco Bradesco para prestar serviços bancários.

    Pois bem, nos casos de ocorrer algum problema junto ao Banco Bradesco, você tem o direito de reclamar e de solicitar a imediata solução.

    Incontestavelmente, a melhor forma de resolver seu problema com o Banco Bradesco é amigavelmente. Por esse motivo, recomendamos que você tente, em primeiro lugar, entrar em contato diretamente com o Banco Bradesco, expondo seu problema e exigindo uma solução.

    O Banco Bradesco disponibiliza diferentes formas para o consumidor entrar em contato. Portanto, avalie a forma mais adequada para seu caso.

    Lembre-se: sempre envie a carta com Aviso de Recebimento (A.R.) para: Banco Bradesco, NUC Cidade de Deus, S/N, Vila Yara, Osasco, São Paulo, CEP: 06029-900. Se você desejar ou se o caso exigir maior rigor, remeta a carta pelo Cartório de Títulos e Documentos da sua localidade.

    Lembre-se: sempre tire cópias e guarde o comprovante do envio da carta (Aviso de Recebimento ou protocolo).

    Embora o contato através de carta seja mais seguro, é possível que você envie um e-mail para o Banco Bradesco, visto que, atualmente, o Tribunal de Justiça vem admitindo o e-mail como prova processual.

    Caso você decida enviar o e-mail para [email protected], é imperioso que o envie com a opção de receber a confirmação de leitura. Enviar o e-mail com cópia para você mesmo também é importante para comprovar o contato.

    O contato via telefone também pode ser utilizado, entretanto, é o canal menos recomendável, visto que o consumidor não terá uma prova do que efetivamente reclamou.

    Portanto, caso escolha esta via, ligue para: 0800 704 8383, não esqueça de anotar o dia e a hora em que fez a reclamação e o nome de quem o atendeu. Se o Banco Bradesco dispuser de registro de reclamação (protocolo), peça o referido número e grave-o.

    Nos casos em que o consumidor não conseguir resolver seus problemas junto ao Banco Bradesco pelos canais de atendimento acima citados, ele poderá:

    Entrar em contato com o BACEN (Banco Central do Brasil) poderá ser o meio mais eficiente para lhe ajudar na solução do problema com o Banco Bradesco. Isso porque, o BACEN poderá aplicar sanções ao Banco Bradesco caso ele desrespeite alguma norma.

    Em resumo, o BACEN (Banco Central do Brasil) é uma autarquia federal integrante do Sistema Financeiro Nacional, criada pela LEI Nº 4.595/64.

    O BACEN tem como principais atribuições:

    • Emitir papel-moeda e moeda metálica;
    • Executar os serviços do meio circulante;
    • Receber recolhimentos compulsórios e voluntários das instituições financeiras e bancárias;
    • Realizar operações de redesconto e empréstimo às instituições financeiras;
    • Regular a execução dos serviços de compensação de cheques e outros papéis;
    • Efetuar operações de compra e venda de títulos públicos federais;
    • Exercer o controle de crédito;

    Qual advogado devo procurar para processar um banco?

    Procure um advogado para processar banco Caso não tenha como contratar um advogado, busque ajuda da defensoria pública o vá ao Juizado de Pequenas Causas (Juizado Especial Cível).

    Onde devo ir para processar um banco?

    A ouvidoria da instituição (Consulte os dados de contato); Os órgãos de defesa do consumidor (Procon do seu estado).

    Quanto tempo demora uma ação judicial contra um banco?

    Segundo o Relatório, os processos de conhecimento (em que o juiz julga a existência do direito) nas varas estaduais demoram, em média, 2 anos e 5 meses até uma sentença. Já os processos de execução (fase em que, já tendo sido reconhecido o direito, o devedor é obrigado a pagar) costumam demorar 5 anos e 2 meses.

    Quando eu posso processar um banco?

    Os bancos brasileiros, infelizmente, priorizaram a facilidade de liberação de seus produtos por canais eletrônicos em detrimento da segurança dos consumidores.Tudo se agravou com a pandemia de COVID-19 e, posteriormente, inúmeros processos judiciais decorrentes de fraudes bancárias. Isso acarretou a fixação de uma jurisprudência favorável ao consumidor, bem como o ressarcimento dos prejuízos e, ainda, em alguns casos indenização por danos morais. Apesar das inúmeras processos contra bancos, em todas as instâncias da justiça Brasileira, o fato é que os bancos preferem indenizar o prejuízo do que reforçar a segurança das transações bancárias.

    Vou revelar a principal jurisprudência da justiça Brasileira que é extremamente prejudicial para os Bancos, com isso eu fico sujeito a todo tipo de represálias das instituições financeiras através de seus maiores e melhores escritórios de advocacia do país. Movimentações em sequência, anormais e fora do padrão do consumidor, decorrentes de transações fraudulentas em razão de qualquer um dos golpes ou crimes abaixo descritos ou quaisquer outros que vierem existir no futuro são falhas na prestação de serviços dos bancos.

    APLICATIVO: Transferências fraudulentas pelo aplicativo ou site dos bancos.

    CARTÃO CLONADO: Saques, operações crédito, câmbio e compras com o cartão clonado.

    GOLPES: Motoboy, WhatsApp, PIX, Mão Fantasma.

    SEUQESTRO RELÂMPAGO: Saques, operações crédito, câmbio e compras com o cartão no caixa eletrônico vítima de extorsão.

    Para se proteger após o “Golpe do PIX”: Registrar o golpe na delegacia de polícia, no atendimento do banco para o bloqueio cautelar das operações por suspeita de fraude, fazer a reclamação junto ao BACEN e PROCON. Seja rápido para fazer as reclamações. Nunca entre no Juizado Especial (pequenas causas) Sobre isto: Leia aqui. Há sim fundamento jurídico para que a justiça reconheça a falha de segurança e afaste os débitos fraudulentos.

    Não é uma história Bíblica. Infelizmente você não é David, mas está enfrentando um Golias (Bancos). Não se iluda, seu caso, pelo menos atualmente, não será resolvido sem a intervenção da justiça. Consulte seu advogado de confiança ou clique abaixo para agendar a sua.

    Advogado inscrito na OAB/SP 168.872, com mais 25 anos de experiência. Titular do Escritório Sidval Oliveira Advocacia (SOA).
    Especialista em Direito Imobiliário
    Extensão Universitária em Defesa do Consumidor em Juízo (PUC SP).
    Foi vice-presidente da Comissão de Direito de Família da OAB/Campinas
    Foi presidente da Subcomissão de Direito de Família e Sucessões da OAB/Campinas em 2011/2012
    Foi membro da Comissão Direito do Consumidor da OAB/Campinas
    Foi Professor de Direito das Relações de Consumo
    Membro da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CONTRIBUINTES – ABCONT e ASSOCIAÇÃO CAMPINEIRA DOS ADVOGADOS DE FAMÍLIA – ACADF.
    Advogado recomendado nas principais plataformas na internet e jurídicos.
    Correspondentes: São Paulo e Interior de São Paulo, Porto Alegre, Recife, Belo Horizonte, Curitiba e Rio de Janeiro.

    Qual o valor de danos morais contra um banco?

    Pessoas que tiveram problemas ou prejuízos por causa de erros do banco têm conseguido na Justiça indenizações que vão de R$ 3.000 a R$ 10 mil. O sucesso da ação depende de o consumidor provar que a situação foi além de um simples aborrecimento —por isso, é importante saber como registrar provas da má prestação do serviço bancário.

    O valor das indenizações foi estimado por especialistas em direito do consumidor a partir de decisões recentes no estado de São Paulo. Segundo advogados que trabalham nessa área, demora em média de um a três anos para que a pessoa receba a indenização, caso o banco seja condenado.

    Um levantamento do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) com dados do Banco Central e do canal Consumidor.gov.br aponta que em 2020, pela primeira vez, as reclamações contra serviços financeiros superaram as de saúde (20,9%) e chegaram a 22,6% das queixas.

    Em 2019, a saúde tinha 23,8% das reclamações, enquanto os serviços financeiros ocupavam a segunda colocação com 18,5%. A inversão no “pódio” em 2020 ocorreu apesar do aumento dos valores de planos de saúde e da maior procura por esse serviço durante a pandemia.

    Entre as principais queixas registradas pelos consumidores, estão:

    • Cobrança por serviço/produto não contratado/não reconhecido/não solicitado
    • Oferta ou prestação de informação sobre crédito consignado de forma inadequada

    Em nota, a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) afirmou que o volume de processos judiciais contra os bancos caiu 18% de 2019 para 2020, assim como o número de demandas recebidas pelos canais internos (redução de 14%).

    A Febraban também declarou que sete em cada dez casos são resolvidos na primeira ligação dos clientes. “Os bancos brasileiros estão empenhados em reduzir ao máximo as reclamações de consumidores”, afirmou.

    Empréstimos consignados são aqueles em que a parcela é cobrada diretamente da folha de pagamento, da aposentadoria ou da pensão. Essa modalidade tem juros mais baixas, e os clientes são frequentemente assediados para assumirem o empréstimo.

    Segundo a advogada Caroline Dinucci, quando há queixa relacionada a crédito consignado, a Justiça verifica se houve de fato o consentimento do consumidor. Em alguns casos, pode ser necessária uma perícia para conferir a autenticidade da assinatura no contrato de empréstimo.

    “Se o banco provar que prestou as informações, solicitou os documentos necessários e que o consumidor se serviu do dinheiro emprestado, o Judiciário não irá anular tal transação e dificilmente condenará o banco ao pagamento de danos morais”, afirma.

    Porém, se ficar comprovado que o cliente não autorizou o empréstimo, a Justiça costuma condenar o banco a pagar uma indenização por danos morais, de R$ 3.000 a R$ 10 mil.

    É importante lembrar que, por causa da anulação do contrato de empréstimo, o cliente terá que devolver à.

    Como faço para entrar na Justiça contra banco?

    O primeiro passo do banco será a negativação do devedor, como forma de pressão para receber a dívida. Segundo passo, ele vai apelar para uma medida judicial, para tentar bloquear (penhorar) o dinheiro no banco. Depois, também por meio de medida judicial, o banco vai partir para bens como carros e imóveis.

    Como entrar com uma ação judicial contra o banco?

    Ação trabalhista contra o banco não é o sonho de nenhum bancário, mas muitas vezes é o que precisa ser feito. Mas o que fazer ao decidir ir para a Justiça? Para facilitar a vida do trabalhador, o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região conta com um departamento jurídico especializado em questões trabalhistas. Os advogados estão à disposição de todos os bancários — associados ou não ao Sindicato — para auxiliar em todo o processo, desde aconselhamentos prévios até a resolução da ação judicial.

    Para que o empregado tenha seus direitos garantidos, primeiro é preciso conhecê-los. Em mais de trinta anos de atuação, o Crivelli Advogados Associados, um dos escritórios de advocacia parceiros do Sindicato, acumulou vasta experiência na resolução de conflitos comuns dentro dos bancos. Se você está passando por uma situação e não tem clareza dos limites legais envolvidos na questão, procure um advogado do Sindicato e tire suas dúvidas.

    Após ter entendido que no seu caso cabe reclamação trabalhista, o Jurídico do Sindicato dos Bancários orienta que o reclamante siga o passo a passo:

    1. Em média, o tempo entre a entrada com a ação e o julgamento da sentença em 1º grau é de um ano.

    O atendimento jurídico do Sindicato dos Bancários pode ser presencial ou virtual. O serviço também tem um plantão especializado em questões trabalhistas. Para ter acesso, basta entrar em nossa página e escolher a opção.

    Se necessitar do plantão, basta clicar no botão ao lado, que você será redirecionado para a nossa equipe da Crivelli Advogados. Mas lembre-se que o horário de atendimento é das 10h às 16h. Você também tem a opção de agendar um horário. Para isso, na mesma página, é só preencher o formulário e aguardar pelo agendamento.

    O Sindicato dos Bancários também tem um atendimento presencial, feito em dois locais: na sede do Sindicato dos Bancários (Rua São Bento, 413, São Paulo) e na regional Osasco (Rua Presidente Castelo Branco, 150) de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.

    Para este atendimento presencial é necessário agendar um horário com o Jurídico em nossa Central de Atendimento, via telefone (11 3188-5200), WhatsApp, chat ou e-mail.

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