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    Advogado para processar a banco do brasil

    Advogado para processar a Banco do Brasil

    Qual advogado devo procurar para processar um banco?

    Procure um advogado para processar banco Caso não tenha como contratar um advogado, busque ajuda da defensoria pública o vá ao Juizado de Pequenas Causas (Juizado Especial Cível).

    Como entrar na Justiça contra o banco do Brasil?

    Ação trabalhista contra o banco não é o sonho de nenhum bancário, mas muitas vezes é o que precisa ser feito. Mas o que fazer ao decidir ir para a Justiça? Para facilitar a vida do trabalhador, o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região conta com um departamento jurídico especializado em questões trabalhistas. Os advogados estão à disposição de todos os bancários — associados ou não ao Sindicato — para auxiliar em todo o processo, desde aconselhamentos prévios até a resolução da ação judicial.

    Para que o empregado tenha seus direitos garantidos, primeiro é preciso conhecê-los. Em mais de trinta anos de atuação, o Crivelli Advogados Associados, um dos escritórios de advocacia parceiros do Sindicato, acumulou vasta experiência na resolução de conflitos comuns dentro dos bancos. Se você está passando por uma situação e não tem clareza dos limites legais envolvidos na questão, procure um advogado do Sindicato e tire suas dúvidas.

    Após ter entendido que no seu caso cabe reclamação trabalhista, o Jurídico do Sindicato dos Bancários orienta que o reclamante siga o passo a passo:

    • Em média, o tempo entre a entrada com a ação e o julgamento da sentença em 1º grau é de um ano.

    O atendimento jurídico do Sindicato dos Bancários pode ser presencial ou virtual. O serviço também tem um plantão especializado em questões trabalhistas. Para ter acesso, basta entrar em nossa página e escolher a opção.

    Se necessitar do plantão, basta clicar no botão ao lado, que você será redirecionado para a nossa equipe da Crivelli Advogados. Mas lembre-se que o horário de atendimento é das 10h às 16h. Você também tem a opção de agendar um horário. Para isso, na mesma página, é só preencher o formulário e aguardar pelo agendamento.

    O Sindicato dos Bancários também tem um atendimento presencial, feito em dois locais: na sede do Sindicato dos Bancários (Rua São Bento, 413, São Paulo) e na regional Osasco (Rua Presidente Castelo Branco, 150) de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.

    Para este atendimento presencial é necessário agendar um horário com o Jurídico em nossa Central de Atendimento, via telefone (11 3188-5200), WhatsApp, chat ou e-mail.

    Qual advogado resolve problemas de banco?

    A busca por um advogado especialista em dívidas bancárias normalmente acontece em uma situação em que a dívida já saiu do controle em alguma medida. Este tipo de profissional, portanto, costuma se deparar com uma situação de endividamento alto e, não raras vezes, abusividade de taxas e cláusulas por parte do banco.

    Embora seja uma situação bastante frequente na realidade brasileira, este tipo de atuação não é exatamente simples: é preciso ter experiência e conhecimento específico na área para buscar o melhor resultado possível para o cliente, uma vez que nem todos os cenários precisam ser resolvidos completamente pelo meio judicial.

    Neste artigo, vamos falar sobre como é a atuação de um advogado especialista em dívidas bancárias, seus principais serviços, e como escolher o profissional com as qualidades corretas para a sua necessidade.

    Um advogado especializado em dívidas bancárias atua na orientação financeira de seus clientes, fornecendo orientação jurídica especializada e representação em questões que dizem respeito a obrigações financeiras com instituições financeiras.

    Esses profissionais possuem um profundo conhecimento das leis e regulamentações financeiras pertinentes, bem como experiência prática na negociação com credores e na defesa dos direitos dos devedores.

    Neste artigo, selecionamos as principais informações sobre um advogado especializado em dívidas bancárias. Esperamos que ao final do presente conteúdo você saiba mais sobre a temática e consiga mitigar problemas relacionados com o assunto.

    Falar sobre a hora certa para buscar um advogado sempre é uma questão polêmica. Via de regra, o momento ideal para contar com o auxílio profissional é antes que qualquer problema tenha acontecido. Isso ocorre porque a advocacia preventiva é uma das melhores formas de evitar problemas maiores no decorrer do tempo.

    Isto dito, sabemos que a realidade nem sempre segue o ideal, e que nem todo mundo conta com um serviço de advocacia preventiva. Neste caso, o momento correto para buscar um advogado especialista em dívidas bancárias é quando você percebe que a dívida parece ter saído do controle, atingindo valores altos demais para que seu orçamento seja capaz de pagar.

    Leia mais sobre Prescrição de Dívida Banco do Brasil

    Fazer isso antes que a instituição entre com uma medida judicial ajuda você a propor valores com vantagem de negociação, uma vez que sua relação ainda não gerou custos judiciais. Se você perceber este cenário, terá uma vantagem significativa.

    Entre os serviços mais comuns que realizamos como escritório especialista em dívidas bancárias, destacam-se:

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    Para quem consegue se adiantar a alguma cobrança judicial, é possível ter a iniciativa de buscar a renegociação de dívidas bancárias. Esta é uma atuação extrajudicial, sem envolver um processo jurídico, mas ainda assim recomendamos profundamente a atuação de um advogado em seu nome, de forma a alavancar o sucesso da negociação por meio da experiência.

    Onde devo ir para processar um banco?

    A ouvidoria da instituição (Consulte os dados de contato); Os órgãos de defesa do consumidor (Procon do seu estado).

    Em qual situação posso processar um banco?

    Os bancos brasileiros, infelizmente, priorizaram a facilidade de liberação de seus produtos por canais eletrônicos em detrimento da segurança dos consumidores. Tudo se agravou com a pandemia de COVID-19 e, posteriormente, inúmeros processos judiciais decorrentes de fraudes bancárias. Isso acarretou a fixação de uma jurisprudência favorável ao consumidor, bem como o ressarcimento dos prejuízos e, ainda, em alguns casos indenização por danos morais. Apesar das inúmeras processos contra bancos, em todas as instâncias da justiça Brasileira, o fato é que os bancos preferem indenizar o prejuízo do que reforçar a segurança das transações bancárias.

    Vou revelar a principal jurisprudência da justiça Brasileira que é extremamente prejudicial para os Bancos, com isso eu fico sujeito a todo tipo de represálias das instituições financeiras através de seus maiores e melhores escritórios de advocacia do país.

    Movimentações em sequência, anormais e fora do padrão do consumidor, decorrentes de transações fraudulentas em razão de qualquer um dos golpes ou crimes abaixo descritos ou quaisquer outros que vierem existir no futuro são falhas na prestação de serviços dos bancos.

    APLICATIVO: Transferências fraudulentas pelo aplicativo ou site dos bancos.

    CARTÃO CLONADO: Saques, operações crédito, câmbio e compras com o cartão clonado.

    GOLPES: Motoboy, WhatsApp, PIX, Mão Fantasma.

    SEQUESTRO RELÂMPAGO: Saques, operações crédito, câmbio e compras com o cartão no caixa eletrônico vítima de extorsão.

    Para se proteger após o “Golpe do PIX”: Registrar o golpe na delegacia de polícia, no atendimento do banco para o bloqueio cautelar das operações por suspeita de fraude, fazer a reclamação junto ao BACEN e PROCON. Seja rápido para fazer as reclamações. Nunca entre no Juizado Especial (pequenas causas) Sobre isto: Leia aqui. Há sim fundamento jurídico para que a justiça reconheça a falha de segurança e afaste os débitos fraudulentos.

    Não é uma história Bíblica. Infelizmente você não é David, mas está enfrentando um Golias (Bancos). Não se iluda, seu caso, pelo menos atualmente, não será resolvido sem a intervenção da justiça. Consulte seu advogado de confiança ou clique abaixo para agendar a sua.

    Advogado inscrito na OAB/SP 168.872, com mais 25 anos de experiência. Titular do Escritório Sidval Oliveira Advocacia (SOA). Especialista em Direito Imobiliário. Extensão Universitária em Defesa do Consumidor em Juízo (PUC SP). Foi vice-presidente da Comissão de Direito de Família da OAB/Campinas. Foi presidente da Subcomissão de Direito de Família e Sucessões da OAB/Campinas em 2011/2012. Foi membro da Comissão Direito do Consumidor da OAB/Campinas. Foi Professor de Direito das Relações de Consumo. Membro da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CONTRIBUINTES – ABCONT e ASSOCIAÇÃO CAMPINEIRA DOS ADVOGADOS DE FAMÍLIA – ACADF. Advogado recomendado nas principais plataformas na internet e jurídicos. Correspondentes: São Paulo e Interior de São Paulo, Porto Alegre, Recife, Belo Horizonte, Curitiba e Rio de Janeiro.

    O que precisa para processar o banco?

    PREPARANDO PARA PROCESSAR BANCO
    Documentos que comprovem que a dívida é indevida;
    Carta de cobrança do Banco;
    Consulta da SERASA, para verificar se seu nome foi negativado;
    Documentos pessoais, por exemplo RG, CPF;
    Carta ou notificação extrajudicial enviada ao banco;
    Documentos que comprovem eventuais prejuízos;

    Qual o valor de danos morais contra um banco?

    Pessoas que tiveram problemas ou prejuízos por causa de erros do banco têm conseguido na Justiça indenizações que vão de R$ 3.000 a R$ 10 mil. O sucesso da ação depende de o consumidor provar que a situação foi além de um simples aborrecimento —por isso, é importante saber como registrar provas da má prestação do serviço bancário.

    O valor das indenizações foi estimado por especialistas em direito do consumidor a partir de decisões recentes no estado de São Paulo. Segundo advogados que trabalham nessa área, demora em média de um a três anos para que a pessoa receba a indenização, caso o banco seja condenado.

    Um levantamento do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) com dados do Banco Central e do canal Consumidor.gov.br aponta que em 2020, pela primeira vez, as reclamações contra serviços financeiros superaram as de saúde (20,9%) e chegaram a 22,6% das queixas.

    Em 2019, a saúde tinha 23,8% das reclamações, enquanto os serviços financeiros ocupavam a segunda colocação com 18,5%. A inversão no “pódio” em 2020 ocorreu apesar do aumento dos valores de planos de saúde e da maior procura por esse serviço durante a pandemia.

    Entre as principais queixas registradas pelos consumidores, estão:

    • Cobrança por serviço/produto não contratado/não reconhecido/não solicitado
    • Oferta ou prestação de informação sobre crédito consignado de forma inadequada

    Em nota, a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) afirmou que o volume de processos judiciais contra os bancos caiu 18% de 2019 para 2020, assim como o número de demandas recebidas pelos canais internos (redução de 14%).

    A Febraban também declarou que sete em cada dez casos são resolvidos na primeira ligação dos clientes. “Os bancos brasileiros estão empenhados em reduzir ao máximo as reclamações de consumidores”, afirmou.

    Empréstimos consignados são aqueles em que a parcela é cobrada diretamente da folha de pagamento, da aposentadoria ou da pensão. Essa modalidade tem juros mais baixas, e os clientes são frequentemente assediados para assumirem o empréstimo.

    Segundo a advogada Caroline Dinucci, quando há queixa relacionada a crédito consignado, a Justiça verifica se houve de fato o consentimento do consumidor. Em alguns casos, pode ser necessária uma perícia para conferir a autenticidade da assinatura no contrato de empréstimo.

    “Se o banco provar que prestou as informações, solicitou os documentos necessários e que o consumidor se serviu do dinheiro emprestado, o Judiciário não irá anular tal transação e dificilmente condenará o banco ao pagamento de danos morais”, afirma.

    Porém, se ficar comprovado que o cliente não autorizou o empréstimo, a Justiça costuma condenar o banco a pagar uma indenização por danos morais, de R$ 3.000 a R$ 10 mil.

    É importante lembrar que, por causa da anulação do contrato de empréstimo, o cliente terá que devolver à .

    Como faço para entrar na Justiça contra banco?

    O primeiro passo do banco será a negativação do devedor, como forma de pressão para receber a dívida. Segundo passo, ele vai apelar para uma medida judicial, para tentar bloquear (penhorar) o dinheiro no banco. Depois, também por meio de medida judicial, o banco vai partir para bens como carros e imóveis.

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