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    Advogado em unaí

    Advogado em Unaí

    Qual o salário mensal de um advogado?

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    Selecionamos informações sobre a profissão de Advogado, incluindo salários por cidade e especialidade. Tudo para você escolher a carreira perfeita para você. Com a Quero Bolsa é assim, a gente te ajuda a escolher sua carreira e entrar na faculdade ideal com um super desconto.

    • Salário médio no Brasil
    • Advogado
    • R$ 4.752,14
    • Maior salário médio por estado
    • Distrito Federal
    • R$ 7.310,51
    • Maior salário médio por especialidade
    • Advogado (Direito do Trabalho)
    • R$ 11.023,82

    O salário médio de um Advogado no Brasil é de R$ 4.752,14.

    Os estados onde a profissão de Advogado têm os melhores salários são Distrito Federal, Rio de Janeiro e São Paulo.

    As especialidades com os melhores salários são Advogado (Direito do Trabalho), Advogado (Direito Penal) e Advogado (Areas Especiais).

    Essas informações são baseadas nas 11475 contratações que aconteceram no último ano, em todo o Brasil.

    Salário de um Advogado por especialidade

    Um advogado é um profissional que trabalha no campo do direito, representando indivíduos, empresas ou organizações em questões legais. O trabalho de um advogado começa com a análise do caso e a pesquisa de leis e precedentes relevantes. Eles se comunicam com seus clientes para entender os fatos e circunstâncias do caso e discutir as opções disponíveis.

    O advogado de defesa então prepara documentos legais, como petições, moções e ações judiciais, e apresenta-os aos tribunais ou outras autoridades competentes. Eles também podem negociar acordos com a outra parte, representar seus clientes em audiências e julgamentos, e fornecer aconselhamento jurídico contínuo.

    Além disso, os advogados também são responsáveis por manter-se atualizados com as mudanças na legislação e regulamentação e interpretar o impacto dessas mudanças para seus clientes. Eles também podem aconselhar empresas em questões relacionadas à conformidade regulatória e gerenciamento de risco.

    A atuação do advogado envolve atividades de advocacia e de consultoria jurídica. Ambas as denominações se referem a atuações distintas. Isso porque a advocacia envolve representar e defender os interesses legais de clientes em processos judiciais ou administrativos. Já a consultoria jurídica envolve fornecer aconselhamento e orientação jurídica a indivíduos, empresas e organizações em questões legais, sem necessariamente representá-los em processos judiciais.

    A advocacia abrange diferentes áreas de especialização, permitindo que os advogados concentrem seus conhecimentos e práticas em diferentes ramos do direito.

    Quem pode ser AGU?

    Presidência da República
    Casa Civil
    Subchefia para Assuntos JurídicosLEI COMPLEMENTAR Nº 73, DE 10 DE FEVEREIRO DE 1993

    O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei complementar:

    TÍTULO I
    DAS FUNÇÕES INSTITUCIONAIS E DA COMPOSIÇÃO

    Capítulo I
    Das Funções Institucionais

    Art. 1º – A Advocacia-Geral da União é a instituição que representa a União judicial e extrajudicialmente.

    Parágrafo único. À Advocacia-Geral da União cabem as atividades de consultoria e assessoramento jurídicos ao Poder Executivo, nos termos desta Lei Complementar.

    Capítulo II
    Da Composição

    Art. 2º – A Advocacia-Geral da União compreende:

    I – Órgãos de direção superior:
    a) o Advogado-Geral da União;
    b) a Procuradoria-Geral da União e a da Fazenda Nacional;
    c) Consultoria-Geral da União;
    d) o Conselho Superior da Advocacia-Geral da União; e
    e) a Corregedoria-Geral da Advocacia da União;

    II – Órgãos de execução:
    a) as Procuradorias Regionais da União e as da Fazenda Nacional e as Procuradorias da União e as da Fazenda Nacional nos Estados e no Distrito Federal e as Procuradorias Seccionais destas;
    b) a Consultoria da União, as Consultorias Jurídicas dos Ministérios, da Secretaria-Geral e das demais Secretarias da Presidência da República e do Estado-Maior das Forças Armadas;

    III – Órgão de assistência direta e imediata ao Advogado-Geral da União: o Gabinete do Advogado-Geral da União;

    IV – (VETADO)

    1º – Subordinam-se diretamente ao Advogado-Geral da União, além do seu gabinete, a Procuradoria-Geral da União, a Consultoria-Geral da União, a Corregedoria-Geral da Advocacia-Geral da União, a Secretaria de Controle Interno e, técnica e juridicamente, a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional.

    2º – As Procuradorias Seccionais, subordinadas às Procuradorias da União e da Fazenda Nacional nos Estados e no Distrito Federal, serão criadas, no interesse do serviço, por proposta do Advogado-Geral da União.

    3º – As Procuradorias e Departamentos Jurídicos das autarquias e fundações públicas são órgãos vinculados à Advocacia-Geral da União.

    4º – O Advogado-Geral da União é auxiliado por dois Secretários-Gerais: o de Contencioso e o de Consultoria.

    5º – São membros da Advocacia-Geral da União: o Advogado-Geral da União, o Procurador-Geral da União, o Procurador-Geral da Fazenda Nacional, o Consultor-Geral da União, o Corregedor-Geral da Advocacia da União, os Secretários-Gerais de Contencioso e de Consultoria, os Procuradores Regionais, os Consultores da União, os Corregedores-Auxiliares, os Procuradores-Chefes, os Consultores Jurídicos, os Procuradores Seccionais, os Advogados da União, os Procuradores da Fazenda Nacional e os Assistentes Jurídicos.

    TÍTULO II
    DOS ÓRGÃOS DA ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO

    Capítulo I
    Do Advogado-Geral da União

    Quem é o chefe da Advocacia-Geral da União?

    Advogado-Geral da União

    Telefone: (61) 2026-8510/8513

    Audiências: Para solicitação de audiências com o advogado-geral da União, enviar e-mail para [email protected]

    Jorge Messias tem 44 anos e é procurador da Fazenda Nacional desde 2007. Já foi subchefe para Assuntos Jurídicos da Presidência da República, secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior do Ministério da Educação e consultor jurídico dos ministérios da Educação e da Ciência, Tecnologia e Inovação.

    É graduado em Direito pela Faculdade de Direito do Recife (UFPE) e mestre pela Universidade de Brasília (UnB), onde atualmente conclui doutorado.

    Quantos anos de faculdade de Direito para ser advogado?

    O curso de Direito é uma das graduações que oferece várias possibilidades ao futuro profissional. Além de advogar, você pode fazer concursos públicos para cargos como promotor, juiz, delegado e analista jurídico. Mas uma das primeiras perguntas que surgem entre as pessoas interessadas nesta graduação é: quantos anos tem a faculdade de Direito?

    Neste artigo, vamos responder a esta e outras dúvidas comuns sobre a rotina de um estudante de Direito. Embora algumas pessoas achem que existe um perfil para ingressar no ensino jurídico, isso não é uma regra. O que garante o sucesso de um advogado está relacionado, principalmente, à dedicação que ele teve durante o período da faculdade.

    Por isso, além descobrir o tempo de estudo da faculdade de Direito, você vai conhecer os detalhes sobre o curso e dicas de como atingir os melhores resultados na sua futura carreira jurídica. Continue a leitura para saber mais!

    Uma faculdade de Direito tem duração média de 5 anos, ou seja, você vai se dedicar aos estudos durante 10 semestres. Também é importante conhecer o tempo máximo para se formar. De acordo com o Ministério da Educação, é de duas vezes o período regular.

    Mas para advogar, não adianta apenas ter cursado a faculdade. O futuro advogado precisa prestar a prova da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). Você pode fazer essa prova antes de concluir a faculdade ou após formado.

    Ao longo dos semestres, as matérias são divididas, principalmente, dentro das Ciências Humanas, com matérias sobre Psicologia, Filosofia, Ética, Sociologia, entre outras. Algumas disciplinas são mais teóricas, com leituras constantes e apoio de livros com a descrição de leis, como o Vade Mecum.

    A partir de estudos de casos, por exemplo, os estudantes compreendem como é a realidade da profissão, buscando soluções ou conhecendo situações reais nas quais a competência do advogado foi indispensável.

    Os dois primeiros semestres são essencialmente teóricos. A partir do terceiro, o estudante de Direito já começa a realizar projetos de extensão para colocar em prática tudo aquilo que vem aprendendo.

    Além disso, é necessário fazer o estágio, que costuma surgir na grade curricular no sétimo semestre e se estender até o final da graduação. Ele garante um estudo prático valioso para a formação do estudante.

    A grade curricular foi desenvolvida de uma forma bem completa justamente para garantir diferentes oportunidades para quem se forma na área.

    Você pode prestar assessoria ou consultoria, dar aulas, ter canais sobre o assunto nas redes sociais, escrever artigos e muito mais. Isso também ajuda no seu marketing, você conseguirá mostrar ao público que é um especialista na área que escolheu, devendo estar de acordo com o código de ética da OAB, obviamente.

    Não é possível obter o certificado de graduação em Direito com os títulos de Tecnólogo ou de Licenciatura. Essa faculdade está disponível.

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